"Gostei do que vi."
Autor: Vitor Hugo Guimarães
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Quando: 30/11/2005
Quero registrar aqui que sou contra a violência, mas me senti muito bem em ver pela televisão o senhor Yves Humblet, de 67 anos, dando aquelas bengalas no então ex-ministro José Dirceu acredito que se existi-se mais pessoas como Yves Humblet, nesse país, não existiria deputados e vereadores corruptos. O brasileiro está tão desolado com tanta roubalheira que acredito que veremos ainda em praça publica o linchamento de vereadores, deputados e até mesmo presidente corrupto.
A farra do senhor Lula e seus colegas de quadrilha é tanta que me deixa enojado, errei em votar no PT, mas depois desse erro nenhum safado me pega mais, nunca mais voto nesse bando de ladrão que só pensa em se beneficiar, e os milhões de brasileiros passam fome, realmente a alimentação é zero na mesa do brasileiro. Por isso peço que não esqueçam a cara de bando de safados que estão no poder. Sei que no meio desses safados temos pessoas de bem, que tentam de alguma maneira fazer algo para melhorar o país, mas são poucos. Temos que ficar atentos, para que não sejamos enganados novamente.
Vitor Hugo Guimarães
Ribeirão Preto - SP
Categoria: Citação
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h52
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A HIST'ORIA DE SHERLOCK HOLMES
Holmes, Watson, assassinatos, investigações, Londres. Estas palavras com certeza já entraram em sua cabeça. Quem nunca leu, pelo menos ouviu falar das histórias policiais de Sherlock Holmes. Já se passaram cento e dezessete anos depois de seu lançamento, e após 56 histórias e 4 novelas curtas, o autor Arthur Conan Doyle, merece admiração. Mas ele não achava o mesmo, pois como a maioria dos escritores, escrevia pr dinheiro. Ganhou um monte dele escrevendo histórias que não considerava dignas de seu talento, enquanto as que recebeiam menos créditos, significavam mais para o autor. Doyle lamentava tanto sua obra, que até tentou matar "Holmes" em 1893, na obra "O Problema Final". O fato é que mesmo o autor não gostando da obra, a literatura policial ganhou mais créditos após Holmes. Ele já atravessou um século e se continuar com sua fama, com certeza atravessará outro, pois seus parceiros secretos; enganos e disfarces; impostura; vergonhas escondidas; mulheres loucas no sótão e avida secreta de Londres, são irresistíveis.
Por Carolina Alves
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h54
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Competidores enfrentam desafio de 105 Km na floresta Amazônica
João Paulo Vergueiro
Um charme característico do norte do Brasil, um sotaque suave, um clima quente e úmido, e é claro, a simpatia de um estado chamado Pará. A Amazônia que abrange grande parte das terras paraenses foi o cenário da Expedição Canguçu, uma corrida de aventura de 105 km divididos em: canoagem, natação, corrida, bicicleta e muita navegação, afinal os competidores tiveram que se orientar dentro da floresta Amazônica. A largada em Breu Branco, aproximadamente 500 km de Belém, reuniu equipes da capital, da própria cidade e de Tucuruí.
A competição passou pela represa Água Fria, entre troncos submersos e plantas que dificultou a flutuação dos atletas. Técnicas de navegação foram necessárias para traduzir o mapa da prova. Sincronismo nas remadas foi fundamental para melhorar o desempenho na canoagem. e nos trechos de mountain bike, algumas equipes desistiram da prova
A maior corrida de aventura realizada na região, recebeu o apoio do exército, da Cruz Vermelha e contou com o lado social, material escolar, pipas, bexigas e outros brinquedos foram distribuídos para os alunos da escola Breu Branco durante a aventura.
Duas equipes disputaram a liderança durante toda expedição: Bioforma (Belém) e Antares (Breu Branco). Com mais de 24 horas de prova a equipe da capital chegou primeiro, somente 10 minutos à frente do quarteto da cidade. Mas na somatória geral dos pontos a equipe Antares ficou fora do pódio:
1º - Equipe Kasar Oficina - Belém/PA
2º - Equipe Impacto – Belém/PA
3° - Equipe Bioforma – Belém/PA
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h50
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Atletas de Ribeirão treinam em condições precárias
João Paulo Vergueiro
Um galpão aberto sem proteção contra a chuva e a sujeira, o chão é áspero e dificulta o treinamento dos atletas. As feridas e os calos nos pés dos alunos traduzem a realidade dessa equipe de taekwondo de Ribeirão Preto. Já faz um ano que eles treinam nesse local, mesmo assim o sangue e os machucados ainda são comuns. "Não dá tempo de cicatrizar quando começa a sarar um machucado outro já nasce e assim vai", desabafa a aluna Taís Oliveira.
Esse esporte exige equipamentos de proteção, um capacete sae por 65 reais, o protetor de tórax pode ser encontrado a 50 reais, a caneleira 45, antebraço 30, sapatilha custa em média 75 reais e o uniforme, o dobo 120, um total de 385 reais. Todo esse dinheiro sae do bolso dos alunos, ou das "vaquinhas" entre os próprios atletas. Mas o dinheiro arrecado entre eles não é suficiente, por isso, a equipe fica fora da maioria das competições: "A gente escolhe o campeonato que dá e quando temos que ir competir em algum lugar longe vamos pra rua pedir dinheiro nos semáforos". conta Maicon Pereira há oito anos na equipe. Os atletas recorrem aos principais pontos da cidade atrás do dinheiro para completar os custos da viagem. Mas pedir dinheiro nas ruas nem sempre é tão simples e prazeroso afirma o novato de 11 anos, João Luiz: "no começo era humilhante mas agora já nos acostumamos" diz.
A prefeitura não tem condições de ajudar os 30 lutadores, sete recebem vale transporte e três ganham o bolsa atleta de 160 reais. De acordo com Alcides Fonseca Junior, diretor técnico de esportes," a secretaria tem muitos atletas e nós temos que traçar prioridades, portanto não conseguimos agradar à todos. Mas assim que tivermos recursos vamos aumentar o auxílio a esta equipe".
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h42
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30 anos da morte de Herzog
No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi brutalmente torturado até a morte por causa da ditadura. Convocado a prestar declaraçõesnuma dependência militar, o jornalista não tinha as respostas que eles precisavam. Um dia após sua morte, o Exército divulgou uma nota dizendo que ele havia suicidadoi. Mas mesmo com esta nota, ele foi enterrado no campo-santo do Cemitério Israelita do Butantã, e não na ala de suicidas, pois não havia dúvidas da tortura. A família Hertzog ficou revoltadíssima, entraram com uma ação para provar o assassinato em 1976, mas só conseguiram uma indenização em 1996. Mas o que a ditadura da época pensou que iria ser esquecido, não foi, porque os sentimentos não possuem cronologia. Hoje, o filho mais velho do jornalista, Ivo Herzog, conta da revolta e da depressão que durou esses 30 anos. “Eu tive um problema que não sei bem o que foi, agora estou até fazendo análise. Parece que depois que meu pai morreu eu entrei numa depressão muito forte. Os médicos nunca fizeram um diagnóstico preciso, mas hoje parece que tudo não passou de uma grande depressão”, conta. Mas, o que deve ficar para nós, desse grande jornalista, é que ele lutou pelos nossos direitos, pela liberdade de imprensa e de expressão. Portanto acabou se tornando um herói e um mátire brasileiro.
Carolina Alves
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h41
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"Enchentes voltam a prejudicar a população"
Enquanto a Prefeitura de Ribeirão Preto, não conseguir o dinheiro para fazer as obras necessárias na cidade, a população será mais uma vez castigada, como já é de costume. As chuvas que atingiram a cidade na semana passada, já deixaram estragos materiais e humanos, já que a feirante Cristina Mikiti Nagai, que entrou em coma e faleceu ontem (dia 28/11/2005), após ser arrastada pela correnteza formada pela enchente que atingiu seu bairro, parque Tom Jobim na tarde da última quinta-feira (24/11/2005), Cristina estava trabalhando na feira livre do bairro quando a chuva começou e ela no desespero de salvar suas coisas enfrentou a correnteza, entretanto segundo sua irmã Renata, a vítima sabia nadar, mas a correnteza estava tão forte que arrastou sua irmã. Entretanto, também não sou tão cruel assim em culpar somente a prefeitura do Sr. Welson Gasparini, quando o secretário afirma que não tem como a prefeitura investir todo os recursos necessários nas obras das enchentes, já que o gasto chegaria a R$58 milhões (para ser feito a macrodrenagem), sendo que a cidade de Ribeirão Preto tem muitos outros problemas, como a saúde e a educação, por exemplo. Mas a única coisa que tem que ser pensada e tem que ser resolvida o mais urgente possível é uma maneira de a população não ser tão prejudicada toda vez que a mãe natureza mostrar a sua força. A cidade tem e deve exigir do governo que seja tomada uma providência. Nós não podemos nos calar somente por que a prefeitura afirma não ter dinheiro para fazer as obras necessárias.
Por Miréia Bergamo
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h38
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"Avenida Nove de Julho, tem projeto de revitalização".
Ribeirão Preto poderá perder mais um de seus cartões postais, caso seja aprovada a lei que tem como objetivo revitalizar a avenida Nove de Julho. O projeto é do arquiteto Evandro Cardoso dos Santos. Não pensem que sou contra as mudanças e que não ficaria feliz se o projeto fosse aprovado, mas é que na minha opinião a avenida perdera a sua "cara", já que uma das mudanças será a retirada dos paralelepípedos. Entretanto vendo por outro lado seria muito interessante se tivéssemos neste local tão movimentado, um pouquinho da paz que se encontra no litoral, por que o projeto além de contar com novos postes, fiação elétrica embutida e a troca dos paralelepípedos por um piso rígido de concreto, teria uma ciclovia e quiosques que venderiam água de coco, entre outras coisas.Não seria o máximo passar os finais de semana andando de bicicleta, caminhando, ou fazendo qualquer outra atividade, e pudéssemos parar para tomar uma água de coco. Além de todas essas maravilhas, o comércio seria mais valorizado. E com toda a certeza as pessoas que já tem seus cinqüenta anos ficariam muito felizes em ver a avenida que na época deles era o point da cidade voltar a ter o encanto que tinha naquela época. Acho que depois de ver alguns dos benefícios que a obra irá trazer, eu já estou convencida de que a obra será de grande importância para a cidade.
Por Miréia Bergamo
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h36
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Como brasileiros, Salles diz também estar decepcionado com o Governo.
João Moreira Salles, documentarista que produziu o filme dos meses finais da campanha do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirma que está decepcionado com o atual governo. O autor do documentário "Entreatos" conta que quem assisti ao filme hoje acha que ele quer mostrar uma coisa que na verdade não era o objetivo de Salles, ele acredita que as pessoas pensam assim pelo fato de o Brasil ter mudado. "Não foi o filme que mudou e sim o país todo mudou sua maneira de ver as coisas", afirma Salles em entrevista dada a Sergio Dávila, para Folha de São Paulo nesta terça-feira. O documentário mostra não só o Presidente Lula, mas também José Dirceu, Delúbio Soares em algumas cenas que se forem analisadas hoje pelos eleitores podem ter significados muito mais importantes do que tinham naquela época em que o documentário foi lançado. Um exemplo disso é a cena em que José Dirceu chega e vê aquelas pessoas filmando e pergunta: "Quem são vocês e porque estão filmando?", quem vê a cena hoje pode detectar ali uma cena de autoridade do ex-ministro, e que naquele tempo e até hoje no meu modo de ver as coisas, foi muito mais um cuidado por eles estarem a quatro dias das eleições do que uma atitude autoritarismo, neste em alguns outros aspectos concordo com o que Salles cita. O que temos que torcer é para que toda essa sujeira não chegue a atingir o Presidente e que seja cassado quem deve ser cassado, e que ele possa permanecer firme, e que apesar das decepções que todos nos estamos tendo com este governo continuemos acreditando que tudo vai melhorar.
Por Miréia Bergamo.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h33
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A MALA PRETA
Todo final de Campeonato Brasileiro é a mesma história. Não importa se no topo de cima, ou no de baixo, ela se faz presente por diversos interesses, despertado à atenção e a imaginação de todos: a mala preta.
Se o Corinthians, líder do Brasileirão, que precisa de apenas de um ponto para conquistar o título nacional no jogo de domingo contra o Goiás, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, tomou ciência da iniciativa do Internacional – que precisa golear e torcer pela derrota da equipe paulista para ser campeão - em mandar um incentivo extra aos jogadores goianos por cada gol marcado sobre o Timão, o contrário também ocorreu. O Coritiba, que joga contra o Internacional no próximo domingo, no estádio Couto Pereira, em Curitiba, além de precisar vencer para fugir do rebaixamento, também receberá um incentivo extra para ir pra cima dos gaúchos, pois um empate neste jogo, dá o título ao Corinthians, independente de sua vitória ou não contra o Goiás.
Oferecer dinheiro para um outro time ao invés de gratificar seus próprios jogadores, é ético por parte dos clubes? Para os torcedores, pouco importa. O torcedor quer ver o seu time campeão independente da maneira como o clube age para ajudar neste sentido. Embora os jogadores não admitam e nada seja comprovado de fato, a iniciativa não deve ser recriminada. Se você trabalha em uma loja e gentilmente carrega uma compra para o cliente até o seu carro, recebendo uma gorjeta por isso, você não vai aceitar só porque você já recebe um salário do seu patrão?
Pois bem, esse assunto parece ser motivo de discussão somente para a imprensa, uma maneira de agitar o clima e a ansiedade dos torcedores para os jogos finais do campeonato. O que se discute aqui não é mais a ética e sim o fato. Ou alguém discorda? Para encerrar, porque não refletirmos, já que o assunto é dinheiro, em cima daquela antiga frase conhecida no mundo capitalista: “os fins, justificam os meios”...e ponto final!
Wilian Freire
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h27
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GINÁSTICA NO PICADEIRO
por Marina Diniz
Basicamente, o circo é entretenimento para quem assiste e arte para quem faz, mas nos últimos tempos ele vem assumindo um terceiro papel, o de exercício físico.
As aulas acontecem debaixo da lona de um circo, sem a comodidade das academias e nem o ar puro de um parque, mas este clima de circo é um dos principais motivos que atraem os alunos.
A paraquedista Andréia Basílio a fim de unir prazer artístico e bem estar físico, entrou na escolinha há 3 meses e já notou os benefícios, melhorou sua concentração e eliminou o estresse que a perturbava.
É brincando de fazer espetáculo que os alunos aprendem a andar na perna de pau, subir no trapézio, jogar malabares, se equilibrar na corda bamba, pedalar a bicicleta de uma roda só, e até mesmo fazer números aparentemente impossíveis, como os exercícios aéreos no tecido.
Toda esta diversão chega a queimar 800 calorias em duas horas de aula. Além de proporcionar um ótimo condicionamento físico, fortalecendo braços e pernas.
O estudante Pedro arruda chegou a perder seis kilos em poucos meses de aula, mais um motivo que motivou o aluno a freqüentar as aulas.
Mas o circo não é só palhaçada, é preciso concentração, disciplina e muita coragem para vencer o medo.
De acordo com o professor Cláudio da Silva, muitos alunos chegam desacreditados e com medo, mas aos poucos a confiança supera o receio, e logo vem a satisfação ao realizar um exercício diferente.
Antes de cada acrobacia é fundamental se aquecer e alongar, sempre com calma, respeitando os próprios limites.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h18
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Brasil onde está a justiça?
Vitor Hugo Guimarães
Se você já perdeu um filho, amigo, primo ou parente assassinado e até hoje o caso está parado na justiça, sem nenhuma solução entre nessa comunidade, e conte sua história.
Montei uma comunidade no orkut para que possamos de alguma forma chamar atenção das autoridades do governo da mídia para que possam ver como estamos indignados.
Perdi meu primo Carlos César Guimarães Amadeu de 36 anos pai de 5 filhos, na cidade de Ribeirão Preto - SP baleado por um assassino de 18 anos de nome LUIZ PAULO VILLAS BOAS NOGUEIRA, em julho de 2004, até hoje esse bandido encontra-se em liberdade contando vantagem, sobre sua covardia.
Sei que como minha família muitos perderam vários Carlos César, mas a justiça se nega a acreditar na dor de cada de cada família de Carlos César espalhado nesse Brasil.
O país em que vivemos a justiça só é feita quando a vitima é filho de Presidente da República, de deputados, prefeitos, vereadores ou alguém que tenha poder, talvez outros LUIZ PAULO VILLAS BOAS, precisam matar outros pais de família, trabalhadores, para que a justiça tome providências e processos sejam julgados.
A maior dor da nossa família é saber que os filhos de Carlos César Guimarães Amadeu estão sem a presença do pai, e viverão apenas de boas lembranças.
Enquanto os familiares de Luiz PAULO VILLAS BOAS, desfrutam da sua companhia, mas o alivio da nossa família é grande por não ter de conviver com um assassino, fingindo que nada aconteceu, diante de amigos, vizinhos e familiares.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h16
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Bingo diversão ou vicio?
Vitor Hugo Guimarães
Os jogos de azar tem se tornado muito populares no brasil e em outros países do mundo, e são considerados muitas vezes uma atividade de risco. As casas de jogos, as máquinas eletrônicas e bingos crescem dia a dia e isto está relacionado à rapidez com que se ganha o dinheiro. Estas atividades não são controladas e as pessoas que fazem uso delas se viciam.
Quando pensamos em bingos, longo vem á nossa cabeça, os bingos tão populares de quermesses com bolos e frango assado como prêmios, mas os tempos mudaram, hoje encontra-se pessoas que fazem do bingo uma forma de renda e diversão.
Ribeirão Preto tem três casas de bingos, duas localizadas no centro da cidade e uma no bairro Campos Elíseos sendo que uma dessas casas funciona 24 horas.
Os empresários vêm tornando os bingos em parque de diversões para adultos, que oferece aos clientes, cada vez mais, conforto e comodidade, salas refrigeradas, cafezinhos e garçons com um variado cardápio de bebidas e porções rápidas para que ninguém perca o jogo, além de manobrista na porta e táxi á disposição, os bingos podem se transformar em ponto de encontro dos amigos e uma forma alternativa de conhecer pessoas. As garçonetes passam de tempos em tempos oferecendo café, e os freqüentadores ficam fumando seus cigarros, hipnotizados diante de maquinas, sem conversar um com outro apenas olhando para maquina.
Os bingos são freqüentados por pessoas de todas as idades, sexo e condição financeira.
Desde empregadas domesticas a empresários, todos são colegas de bingo, expressão usada por alguns freqüentadores.
É o caso da diarista Alcione, 36 anos, que sai às 16 horas do trabalho, e corre para o bingo, ela conta que gosta de jogar na mesa, assim não gasta muito dinheiro. Por dia, ela sempre arisca R$10 que são equivalentes a dez partidas. Às 19 horas tem que estar em casa para fazer o jantar e ver a novela, pois seu marido não sabe que ela freqüenta o bingo.
Maria Aparecida (nome fictício) 45 anos, auxiliar de cozinha foi a sortuda que levou o acumulado de R$40 mil de uma maquina , “Eu não era freqüentadora do bingo, vinha algumas vezes para passar o tempo, foi uma amiga que me trouxe, então resolvi tentar a sorte nessa maquina. Quando vi que eu tinha ganhado o acumulado quase tive um ataque, não sabia o que fazer fiquei gelada”.
Hoje em dia Maria Aparecida se policia o tempo todo, porque percebeu que depois que ganhou, chegava a passar mais tempo que o normal jogando. “Mas é gostoso jogar, em casa eu fico apenas vendo televisão e aqui eu me divirto e corro o risco de ganhar outro acumulado”.
Apesar dos bingos proporcionar momentos de distração, pode se tornar um vicio sério e perigoso quando a pessoa perde o controle e passa a fazer do jogo sua única opção. Comenta a psicóloga Jaísa.
O mecânico Ricardo 29 anos, disse que por conta do bingo já deixou de pagar contas e até mesmo, perder o salário do mês. Por isso tem brigado muito com sua esposa, que já ameaçou deixá-lo se ele não parar de jogar. “Já tentei, parar de vim aqui no bingo, mas quando tenho um tempo livre e vejo que minha mulher não vai ficar sabendo venho jogar”.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h06
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Lei para defiecientes não é cumprida em Ribeirão
Aulas de mergulho usadas na reabilitação de mais de 200 portadores de deficiências estão paralisadas por falta de verba
João Paulo Vergueiro
Há 20 anos o professor de mergulho Antônio Carlos Martins, o "TC", conheceu um projeto para ajudar na reabilitação de portadores de deficiências. O método que teve acesso na Flórida nos Estados Unidos, usa as aulas de mergulho para desenvolver os movimentos de pessoas limitadas. Os exercícios submersos funcionam como uma câmara hiperbárica, o corpo fica pressurizado e o oxigênio sob pressão acorda o sistema imunológico e permite que as células paralisadas voltem a funcionar e a se reproduzir.
O professor trouxe o trabalho para Ribeirão Preto a iniciativa deu tão certo que em 1992 virou lei. O prefeito da época e atual, Welson Gasparini, (PSDB), sancionou a lei 6477, instituindo aulas de mergulho gratuitas para portadores de deficiências. O curso já ajudou na reabilitação de 200 alunos da região. A lei foi seguida por dois anos, em 94, o professor ficou sem estrutura para continuar o trabalho. As aulas gratuitas foram canceladas e os deficientes carentes ficaram sem o mergulho. A lei não é seguida há mais de 10 anos e atualmente só faz aula quem pode pagar o curso, como o médico Rafael Carvalho, que ficou paraplégico em um acidente de carro há 10 anos, procurou o mergulho há 3 semanas. Gostou tanto do esporte que no começo de dezembro viaja a Fernando de Noronha para uma série de mergulhos."Além de melhorar meu condicionamento físico embaixo d’água parece que estou voando" comenta o médico.
De acordo com Martins, "Mesmo sem as funções de braço ou pernas, intestinos e bexigas, a pessoa limitada pode ser ativa na água. Por isso temos crianças de 6 anos e até idosos de 80, praticando o mergulho junto a obesos, magros, amputados paraplégicos e tetraplégicos ou qualquer sequela neurológica. O trabalho desenvolvido não é igual para todos, cada portador de deficiência determina o perfil de exercícios que será desenvolvido nas aulas. Valter Alonso é musicoterapeuta e fotógrafo está na cadeira de rodas há 24 anos quando uma parede desabou sobre ele. " Aqui eu volto a sonhar e realimento as minhas esperanças, posso ir aonde quiser", desabafa Alonso.
O mergulho leva os dois ao mundo sem limites dentro d’água as dificuldades desaparecem e a sensação entre eles é a mesma, de liberdade. Mas não são todos que tem acesso as aulas, o equipamento e o curso são caros, a manutenção de todo material usado também é alta e a maioria dos deficientes não pode pagar. Guilherme Cruz, analista de sistemas, tem os membros inferiores do corpo paralisados, ele acredita que se tivesse a oportunidade de fazer o mergulho iria progredir na recuperação. "Gostaria de ter essas aulas, sentir a sensação de me movimentar sozinho, mas infelizmente não tenho condições (financeiras)", afirma Cruz. Para que as aulas gratuitas voltem a acontecer o professor precisa que a prefeitura de Ribeirão Preto disponibilize recursos financeiros para a manutenção dos equipamentos aquáticos e estrutura adequada para os deficientes. Segundo Gasparini, "infelizmente a prefeitura não tem verba para retomar as aulas imediatamente, mas vou batalhar junto a secretaria de esportes para viabilizar o mergulho assim que possível". O secretário de esportes Lula Ferreira acredita que as aulas são boas, mas não pode afirmar quando a secretaria terá condições de recolocá-las em prática.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h41
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Preconceito impõe barreiras ao amor.
Vitor Hugo Guimarães
Casais inter-raciais lutam para serem felizes, contra obstacúlos imposto pela familia e sociedade.
O preconceito de raça no Brasil, embora dissimulado, é um fato real que atinge muitos casais, causando brigas familiares, constrangimentos, sofrimento tanto para o casal, quanto para seus futuros filhos e para família.
Há casos de agressão física, de expulsão de casa, de perda de amigos que comprovam que o preconceito permeia a sociedade brasileira, embora a maioria das pessoas não assuma.
O auxiliar de enfermagem André Silva Curto, branco, 32 anos conheceu Regina Célia Barros Curto, negra 26 anos em uma festa. Ficaram amigos, mas aquele “estalo” nunca havia acontecido. Depois de dois anos André sentiu atração pela sua amiga e ela nele.
“Sempre gostei de mulheres negras, mas não imaginava, que fosse me apaixonar logo pela Regina, meu pai é descendente de português se dizia preconceituoso, mas respeitou a minha escolha porque conhecia a Regina e a admirava”. diz André.
Na família de Regina tem casos de negros casados com brancos, aceitaram na maior naturalidade, hoje André e Regina estão casados a três anos.
Regina sente discriminação mesmo quando freqüenta festas onde a maioria é negra. “As mulheres me olham com olhar de reprovação e já ouvi vários comentários do tipo” o que essa moça está fazendo com esse branquelo”.
Segundo a socióloga Helena Maria Capelini a construção de uma consciência negra para se afirmar como negro, que tem valor na nossa sociedade, é colocada uma barreira pelo outro, a situação do branco dominante sobre o negro, esse branco que discrimina o negro como inferior. O negro quando toma consciência da sua negritude e de sua origem assegurando uma tendência de se enclausurar vendo o branco como aquele que ele nega, afirmando assim que deseja ser negro e para isso usa o mesmo mecanismo que o branco utilizou em relação a ele, que é discriminando, como instrumento de resistência e não como subordinação do outro, alguém que ele não quer para ele mesmo.
Adilson Medeiros, branco, 35 anos casou-se com Paula Sassaki, oriental, 32 anos, contra a vontade da família dela, conta que quando se conheceram logo se apaixonaram, mas ele ficou quase um ano, esperando para ser apresentado para família dela e quando foi apresentado à família foi contra por ele ser ocidental. “A família de Paula é muito tradicional em relação a costumes e não suportaram ver mais uma filha casada com ocidental”. explica Adilson
Nessa situação a relação não teve sucesso, com o passar do tempo à família de Paula não aceitava o casamento, trazendo cobranças entre o casal por parte da esposa, Adilson conta que isso abalou muito os dois, pois eles não eram convidados para as reuniões familiares, com todos os problemas isso levou ao termino do casamento.
A socióloga Helena Maria Capelini isso se deve a cultura, que nos recebemos e passamos a frente, a cultura carregada de preconceito, à socióloga explica que o preconceito em uma palavra inteira disfarça a separação da palavra pré - conceito, que quando separada fica clara a questão da construção da imagem, das idéias antes do conceito do conhecimento da pessoa, as pessoas passam por cima do próprio conhecimento, criam categorias que não são baseadas e fundamentas em conhecimentos comprovados. Essa construção imaginaria que é baseada em relação de poder. São duas pessoas num contexto onde o casal é considerado diferente.
Clarice (nome fictício), negra, 29 anos professora, é filha de negro com branco e para completar casou-se com Roberto Sadao (nome fictício) neto de japonês, 35 anos, comerciante. Roberto, por sua vez tem um irmão casado com uma coreana, povo historicamente inimigo de japoneses. A irmã dele também se casou com um nativo da ilha de Okinawa, povo de pele mais escura e discriminada por todo o Japão.
Clarice conta que levou um tempo para perceber que era negra e não morena como as pessoas a chamavam agora casada com um “amarelinho” não sabe o que vai acontecer com seus filhos, ou eles vão ser muito bonitos ou muito feios.
Por causa das famílias serem tão ecléticas, o casal diz que não sofre preconceitos, apenas são olhados com surpresa pelo exótico da mistura. Mas Clarice não esquece do dia em que conheceu a mãe de Roberto. “Eu tinha 23 anos. Ela me olhou e disse que eu parecia ter muito mais idade, simpática ela”. Clarice sentiu que a reação da mãe do marido, não foi discriminatória, foi apenas um comportamento típico de sogra. “E sogra como se sabe não tem cor”, explica Clarice.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h31
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Venda de vale-transporte e refeição provoca demissão por justa causa
O repasse dos benefícios pode resultar na dispensa por justa causa
Por Sâmia Borges
A pessoa que recebe vale-transporte para trabalhar, mas não o utiliza porque vai ao serviço através de condução própria, pode ser demitida por justa causa, mesmo que o veículo seja uma bicicleta. Um desses casos aconteceu em maio deste ano, na cidade de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo. Um funcionário foi dispensado por justa causa no momento em que a parte empregadora da empresa descobriu que ele ia trabalhar com sua moto mesmo recebendo o benefício. O empregado recorreu a justiça em busca dos seus direitos, mas o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, por unanimidade, confirmou a sentença favorecendo o lado empregador.
Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto, Jorge Marcos de Souza, a decisão é válida. Ele explica que no contrato de trabalho há um item que exige a presença de confiança entre o patrão e o empregado. “O motivo pelo qual o funcionário é dispensado por justa causa é a quebra de confiança que há entre as duas partes”, explica.
O vale-transporte é um direito do empregado desde que ele utilize o transporte público para ir ao seu serviço. De acordo com o decreto nº 95.247 de 1987 que regulamenta a lei federal nº 7.418, de 16 de dezembro de 1985, a declaração falsa ou o uso indevido do vale-transporte constituem falta grave, ou seja, a permissão para a demissão por justa causa. Em Ribeirão Preto, desde 1998, essa situação ainda não aconteceu. “Em sete anos que eu trabalho aqui na Justiça do Trabalho, nunca presenciei essa alegação de demissão por justa causa”, relata a juíza federal do trabalho Márcia Cristina Sampaio Mendes.
O advogado Jorge Marcos de Souza explica que as duas partes devem agir de boa-fé. “Na hora da contratação tanto o empregado quanto o empregador devem esclarecer suas condições para que um acordo seja feito”, conta. Ele ainda afirma que se o empregador souber da condução própria do empregado e tentar mandá-lo embora por justa causa poderá ter grandes custos. “Se o funcionário conseguir provar que seu patrão sabia da não-utilização do vale-transporte, o empregador deverá pagar uma indenização por danos morais”, diz.
Já as pessoas que recebem o vale-refeição, mas o repassam em troca de algum benefício, podem ter a mesma conseqüência de quem faz o uso incorreto do vale-transporte: a demissão por justa causa. O vale-refeição não tem uma lei que obrigue o patrão a fornecê-lo para seu funcionário. “O empregado recebe o vale-refeição se houver um acordo com o patrão. Mas se ele não utilizá-lo corretamente, poderá correr o risco de ser mandado embora”, conta a juíza.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h26
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Escrita manual X Escrita eletrônica
Sâmara Bernardi da Silva
A linguagem virtual do estilo Web de escrever, ou seja de teclar, e cada vez mais comum entre os jovens. Os internautas, como são chamados, usam a criatividade misturando código oral, escritos e iconicos em suas conversas. O problema e que acabam viciados nessa nova linguagem e passam a aplica-la na escrita de uma forma geral.
No entanto, creio que esta questão ainda e fato para ser estudado, pois, sendo um vicio ou não, e uma maneira interessante e despojada de escrever, um jeito diferente de se comunicar, sem precisar seguir regras, podendo assim, criar novas linguagem de comunicação e principalmente o fato de não precisarem escrever muito para serem compreendidos.
Outro aspecto importante de se analisar e que na internet existe uma sincronia, ou seja, onde as pessoas estabelecem comunicação de forma simultânea, estando em contato com a rede ao mesmo tempo. Certamente sendo mais um atrativo e considerando ainda um ambiente democrático, onde todos podem “falar” ou teclar sem ter que esperar a sua vez e nem ser os centro das atenções enquanto tecla. Dessa forma as conversar são paralelas, os internautas ficam mais desinibidos, escrevem o que pensam sem nenhuma represaria, mais a vontade para expressar suas idéias e pensamentos.
E nesse mundo que algumas crianças e adolescentes vivem hoje, porem quando chegam na sala de aula ainda encontram muitos professores tradicionais, estáticos e conteudistas, dando aquela aula rotineira que se dava a trinta anos atrás. Eu pergunto como fica a cabeça desses alunos e a motivação para o aprendizado?
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h24
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A influencia dos programas infantis
Samara Bernardi da Silva
Passei toda minha infância assistindo programas infantis. Me lembro da Eliana, era legal, mais de dez em dez minutos, ela interrompia o programa para fazer propaganda de um de seus "milhares" de produtos, como pipoqueira, sorveteira, bonecas, sandálias etc. De educativo ali, não tinha nada. Hoje vejo claramente a indução ao consumo. Acho que a apresentadora faturou um bom dinheiro com isso.
Tem também a Angélica, com suas roupas curtas ela exibia aquela famosa pinta na perna esquerda. Conteúdo que e bom, quase nada. E tem mais, quem nunca viu a Xuxa descendo da nave espacial com aquele microfone branco de xuxinhas amarelas e dizendo "Bom dia baixinhos e baixinhas", pois e, logo me seguida o seu mordomo vinha com a bandeja de café da manha cheia de frutas, sucos, paes, bolachas entre outras coisas. Com tudo, ela queria ensinar as crianças que todo mundo quando acorda precisa tomar café da manha. Mas esqueceram de avisar a digníssima apresentadora, que muitas pessoas que estavam assistindo aquilo, não tinham condições para um banquete daquele, no entanto o que acontecia, era que os pequenos telespectadores ficavam apenas passando vontade. Hoje, a apresentadora ainda desce e sobe de sua nave, mas o seu programa infantil, veiculado pela TV Globo que se diz educativo, continua a mesma..."porcaria".
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h17
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Lan Houses
Samara Bernardi da Silva
Lan Houses são casas especializadas em jogos eletrônicos, cada vez mais freqüentadas pelas crianças, mesmo por aquelas que possuem computador em casa. As Lans tambem são pontos de encontro entre jovens de 8 a 18 anos, um lugar onde eles fazem novos amigos, trocam informações sobre jogos, alem de possibilitar que vários usuários participem dos mesmo jogo simultaneamente.
Os jogos eletrônicos tornaram-se acessíveis a todas as classes sociais, não se trata mais de uma questão de poder aquisitivo.
Os jogos passaram a ser um modo de expressão e linguagem das crianças, isso porque os games proporcionam maior prazer, fazem com que a criança se sinta parte daquele universo. Ela não e um mero espectador, também participa e controla o personagem, gerando mais emoção e satisfação.
A televisão com sua programação infantil, não conseguiu acompanhar o ritmo e a empatia que a criança encontrou nos jogos de videogame e computadores. Se na TV a criança e quem tem que se adaptar a programação, nos jogos o processo e inverso.
Agora, se a TV decaiu e por isso os jogos eletrônicos tornaram-se a nova escolha das crianças ou o contrario, a preferência por jogos eletrônicos fez com que a tv decaísse, e um fato a se pensar.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h13
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Inovação social em Brasília
Viver em um país onde se concentra as maiores riquezas do mundo, poderia ser uma benção de poucos se não fosse tão traumático. Ver uma pequena minoria usufruindo produtos importados, viagens para o exterior, deixando milhões de reais em concessionárias de automóveis, enquanto para trás , há crianças passando fome, desnutridas, homens e mulheres desempregados em busca de uma nova oportunidade de emprego para voltar a viver dignamente.
Em um país como o Brasil, projetos como o Inovação Social de Brasília pode ser criado em todas as grandes cidades, basta termos uma visão crítica da realidade, saber cobrar o que é direito do cidadão. Nossos políticos estão preocupados em ajudar a população somente nas épocas de eleição, quando todos se mostram bons. Criar projetos sociais traz benefícios para todos, oportunidade de empregos, aumento da economia do país além de tirar milhares de menores abandonados das ruas.
Iniciativas como essa carrega o compromisso de obrigação com o cidadão e não como solidariedade dos governos, pois são eleitos para manter a ordem, dar assistência aos de baixa renda e garantir a sobrevivência de todos e não fazer com que se sintam cada vez mais excluídos do meio em que vivem.
Patrícia Marcucci - Abril/2004
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h07
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O Tamanho da fome no Brasil
Muitos debates já foram levantados no Brasil sobre o tema Fome Zero de autoria do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no país. O que nunca ninguém lembra é de conscientizar a população e preparar os jovens de hoje a lidar com o problema amanhã o que é muito mais grave do que parece.
Os dados do IBGE são alarmantes, chega a 28,8% de brasileiros abaixo da linha de pobreza (ou em números, mais de 44 milhões de pessoas); variando de 48,8% na região nordeste a 17% na região sudeste. De acordo com especialistas, a prevalência brasileira da desnutrição na infância, indicada pelo retardo do crescimento infantil é de 10,4% segundo o inquérito antropometrico nacional realizado em 1996, o mais recente, variando de 17,9% no nordeste e 5,6% nas regiões do centro sul do país.
De modo simples pode se dizer que a pobreza corresponde à condições de não satisfação de necessidades humanas como, comida, abrigo, vestuário, educação, assistência a saúde , entre outras.
Se até o final do mandato o presidente conseguir ter bons resultados, com todos esses projetos, como a reativação da economia nacional, a criação de novos empregos nas diversas áreas que hoje encontramos escassez de novos trabalhadores, resolução da reforma agrária, os programas de transferências de renda mínima que são bolsa escola e bolsa família, o presidente reunirá ações que combatem eficientemente a pobreza, serão de enorme valia para o combate a desnutrição no país.
Por - Patrícia Marcucci – Ago/2003
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h06
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INSS orienta aposentado sobre empréstimo
O INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), suspendeu o empréstimo consignado feito por telefone. O empréstimo, que permite a aposentados e pensionistas financiar dinheiro a juros baixos em instituições conveniadas, é descontado na folha de pagamento. O programa de financiamento foi autorizado pela Lei nº 10.820 publicada no Diário Oficial da União em 17 de dezembro de 2003.
A decisão de suspensão de novas transações por telefone, foi tomada em conjunto com o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ministério da Justiça, Banco Central, Ministério da Fazenda, Secretária de Comunicação da Presidência da República e Ouvidoria-Geral da Previdência Social.
A nova regulamentação, iniciada em agosto, não autoriza os bancos a conceder empréstimo com desconto em folha de pagamento por telefone por ser uma operação na qual é impossível reconhecer, através de gravação, a voz do titular. Outra medida tomada é a proibição do empréstimo sem o comparecimento do responsável ou sem a assinatura eletrônica (senha).
Para adquirir o empréstimo com segurança, o aposentado deve procurar uma instituição financeira conveniada ao INSS e fazer uma prévia cotação de juros, pois cada banco tem sua base de cálculo. Além disso, não é necessário fiador. Para prevenir reclamações e até mesmo orientar o aposentado, o governo lançou uma campanha nacional para a orientação do desconto em folha através de um catálogo que está sendo entregue nas Agências da Previdência Social e aos órgãos federais, estaduais, municipais, do Distrito Federal e demais entidades civis de defesa do consumidor. O catálogo contém as informações necessárias para o uso devido do empréstimo pelos aposentados.
Antes de obter um empréstimo, a Previdência Social orienta o aposentado ou pensionista sobre os devidos cuidados que devem ser tomados antes do acordo, como checar se a instituição financeira está realmente conveniada com o INSS, evitar que terceiros façam o empréstimo por ele e procurar o banco que oferece as menores taxas de juros.
Segundo Cleusa Castillo, chefe de Recursos Humanos do INSS, 43 reclamações foram feitas sobre a falta de segurança que alguns convênios estão adotando para aprovar o empréstimo. “Uma das principais ocorrências diz respeito a segurados que se surpreenderam com descontos mensais em seus benefícios sem que tivessem autorizado os bancos a liberarem os empréstimos”, afirma.
Para Belisário Neto, agente da Ribercred, financeira do banco BMG, para fazer o empréstimo consignado é necessário ter o número do benefício, xerox do RG e do CPF e uma conta corrente do titular do beneficiário. Feito isto, o pedido será remetido ao Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social), para que ocorra a averbação do pedido de empréstimo, já que é o mesmo quem vai efetuar o desconto e pagar o banco.
Com as constatações de irregularidades e fraudes na concessão de créditos, os bancos já cancelaram 122 mil empréstimos. O total de operações chega a R$ 2,716 bilhões, dos quais 49% feitos por aposentados que recebem até um salário mínimo.
O INSS conta hoje com a participação de 30 bancos conveniados que liberam o financiamento. Para o governo, esses conveniados facilitam o procedimento de avaliação do empréstimo com a possibilidade de redução de juros praticados pelas instituições financeiras. O valor de cada parcela do empréstimo é limitado a 30% do valor da remuneração e a partir de 30 de setembro o número de parcelas não pode ser superior a 36 meses de duração. Desde o início do mês de setembro, mais de dois milhões de aposentados e pensionistas do INSS recorreram ao empréstimo consignado. Nesse período, o valor liberado pelos bancos parceiros ultrapassa R$ 5 bilhões.
Patrícia Marcucci
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h00
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Simbio cria comissão para a cana transgênica
Nos dias 17 e 18 de novembro foi realizado o Simpósio sobre Biotecnologia na Cana-de-Açúcar (Simbio). O Simpósio, que tinha como tema o impasse da liberação da cana-de-açúcar transgênica para plantio, conseguiu como maior resultado, a criação de uma comissão não-oficial para tratar dos assuntos da cana-de-açúcar transgênica. Essa comissão foi formada por pesquisadores do CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e outras instituições. “A reunião deste corpo técnico-científico levará ao Governo Federal diretivas para o procedimento com a cana-de-açúcar transgênica, como o que foi realizado com a soja”, explicou Tadeu Andrade, diretor do CTC. A comissão vai trabalhar no sentido de que não se coloquem objetivos impossíveis ou incabíveis, facilitando assim, o julgamento político para o plantio.
No Simbio também foram apresentados os resultados dos cinco anos de estudos do projeto Genoma da Cana, que já concluiu o mapeamento genético. Para o professor da Unicamp, Marcelo Menossi, ainda deve demorar outros cinco anos para que o perfil agronômico da planta seja definido para o uso no campo.
Passada esta etapa, a nova planta trará benefícios quanto à produtividade, trazendo sustentabilidade para o meio ambiente e maior viabilidade econômica em todas as etapas. “As queimadas poderão deixar de acontecer, por exemplo, com a manipulação do gene da palha”, exemplificou Tadeu Andrade.
Renata Pavan
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 13h59
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Adição de corante no álcool anidro beneficiará consumidores
No dia 08 de novembro, foi aprovada a proposta da Agência Nacional do petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de tornar obrigatória a adição de corante ao álcool etílico anidro combustível. A aprovação se deu por consenso pelos representantes dos segmentos de produção, distribuição e revenda do produto, e deverá entrar em vigor a partir de dezembro deste ano.
Existem dois tipos de álcool utilizados como combustível, o anidro, que é utilizado na mistura com a gasolina, e o hidratado, utilizado como combustível nos veículos a álcool.
A adição do corante ao álcool anidro tem como objetivo coibir as irregularidades no mercado nacional de combustíveis, como por exemplo, uma das mais tradicionais fraudes do setor: o “álcool molhado”. A modalidade de fraude é simples e começa com a compra, por parte de distribuidoras, do álcool anidro que não paga o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em vez de misturá-lo à gasolina, os fraudadores adicionam entre 5% e 7% de água no anidro e o vendem como álcool hidratado, cuja tributação mínima é de 12% de ICMS.
A intenção da ANP foi compreendida pelo mercado e recebeu apoio incondicional dos representantes dos produtores de álcool (Única, Forum Nacional Sucro-Alcooleiro e Sindaçúcar), do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) e da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis).
O corante, de cor laranja, deverá ser adicionado, pelos produtores e importadores, apenas ao álcool anidro. E fica proibida a adição desse corante no álcool hidratado. Todos os postos revendedores do Brasil terão que colocar um adesivo nas bombas de combustíveis informando ao consumidor que o álcool hidratado só poderá ser comercializado se for límpido e incolor.
Segundo José Tadeu Sebastião, diretor da Serquímica, de Sertãozinho/SP, a quantidade de corante que deve ser adicionada ao álcool anidro é de 15 PPM (15gr para 1000L ou 15ml/m³). “Essa quantidade é muito pequena e não chegará a causar grande aumento nos custos de produção para a usina. Esses custos nem vão chegar ao consumidor final”, explica Sebastião.
Com isso, os consumidores serão beneficiados com a garantia de qualidade do álcool que estarão comprando. O uso do álcool irregular tem como causas: perda no rendimento do veículo, desgaste e até defeitos nas peças do meio de transporte.
Renata Pavan
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h59
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Agronegócio Brasileiro
O agronegócio é um dos setores que mais tem contribuído para o bom resultado da balança comercial brasileira em 2005. A agricultura, segundo Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura, é o único setor da economia brasileira superavitário e é responsável por 42% das exportações brasileiras.
Depois de um conturbado ano de 2005, a palavra de ordem para 2006 é de prudência. Como diz o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, “final e começo de ano é tempo de fazer um balanço do que passou e especular sobre o que virá”. Mesmo com todos os problemas enfrentados pelos produtores este ano, o ministro se mostrou atento e em defesa deles, não deixando a “peteca cair”. Como bom exemplo, tem-se a liberação de mais de R$ 2 bi para a safra 2005/06, o seguro rural e apoio à comercialização. “A maior parte deste valor irá para custeio da safra, que começou a ser plantada em meados de setembro. É uma conquista importante dos produtores rurais”, define Rodrigues.
Segundo o ministro, o Brasil tem três fatores favoráveis: terra disponível, a melhor tecnologia tropical do planeta e gente preparada. Já com relação aos fatores inibidores, há falta de infra-estrutura, de defesa sanitária e de marco legal no direito de propriedade, na legislação trabalhista no campo, na legislação ambiental e na de biossegurança. “Esses problemas devem ser atacados para reforçar a confiança do investidor estrangeiro”, diz Rodrigues.
Apesar das dificuldades enfrentadas em 2005, o agronegócio vai muito bem. De janeiro a outubro, a balança comercial do setor mostrou que as exportações alcançaram US$ 36,212 bilhões, um valor 9,6% superior ao atingido no mesmo período do ano passado. Esse resultado mostra que mesmo com os recentes focos de febre aftosa, as vendas externas do setor continuam crescendo. Os números revelam desempenho recorde para os 10 primeiros meses do ano.
Nos resultados demonstrados até o final de outubro, houve um aumento das vendas externas do complexo soja (37,2%), carnes (28%), açúcar e álcool (35,5%), café (24,8%) e produtos florestais com destaque para celulose e papel (30,2%).
Os principais mercados compradores de produtos do agronegócio brasileiro são a União Européia, com 33,4% do valor total exportado, e a Ásia (excluindo o Oriente Médio) com 18,8% de participação. Em seguida aparecem o Nafta (exceto o México) com 18,1% e o Oriente Médio com 5,3%.
Renata Pavan
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h59
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AÇÃO CULTURAL 2° EDIÇÃO
POR MARINA DINIZ
Para aqueles que pensam que Ribeirão Preto e apenas a cidade dos bares e festas badaladas, estão enganados, a comunidade underground da cidade, realiza inúmeros eventos mensalmente, envolvendo muita arte, cultura e a socialização entre as pessoas, grande parte deles a preços populares.
Este final de semana uma festa do gênero será realizada no Templo da Cidadania, Rua Conde Afonso Celso 333, Jd. Sumaré.
A 2° edição da Festa Ação Cultural vem com um tema que ultimamente está gerando polêmicas na cidade, o Vegetarianismo.
A programação será da seguinte maneira:
No dia 4 de dezembro (Domingo) será realizado a Ação Cultural 2 a partir das 16 horas, contando com bandas de todos os estilos: 16h30min Bela Bossa (chorinho).
17h30min Daydream Orchestra (Rock Alternativo)
18h30min Sinhorinha de tal (Reggae e Forro)
20h00min Malungo (Maracatu)
Isso, além do tema desta Ação Cultural que será sobre a importância do.
Vegetarianismo no mundo contemporâneo:
Exibição de filmes sobre o Vegetarianismo
Palestra sobre o tema.
Mesa coletiva com degustação de comida vegetariana.
Espaço Expressão com telas em branco para a ação artística de todos
Exposição de pinturas coletivas já realizadas em outras ações promovidas
pela revista ARP e pela Revolução Preto.
Realizações: www.revolucaopreto.blogspot.com
Apoio: Groselha e Seja Vegetariano www.sejavegetariano.xpg.com.br
Os primeiro a chegarem ganharam mudas e revista ARP 2. Pontos de vende: Santa Pele Arte e Efeito
Convites Antecipados: 5 reais Convites no local: 7 reais
Mais informações pelo telefone (16) 9782-5055
Vale a pena conferir.....
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 23h58
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A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
POR CRISTIANE LEITE
No mês de Dezembro um número inimaginável de pessoas no mundo todo, comemora o Natal, data criada pela igreja católica em comemoração ao nascimento de Jesus Cristo. Aquele que veio ao mundo para salvar sua população, que curou leprosos, fez cego enxergar, perdoou o adultério, que era crime e tinha como pena o apedrejamento. A referência da Igreja atual é o Vaticano, localizado na Itália de onde sai todas as leis seguidas por todo mundo católico.
Como não poderia ser diferente dos outros anos, o vaticano vai realizar no começo do mês o concerto de natal, no qual artistas do mundo inteiro são convidados para cantar. O Brasil poderia ter sido representado pela cantora baiana Daniela Mercury, mas o convite da cantora foi cancelado, pelo motivo mais inaceitável, por quê participou da campanha pelo uso de camisinha nas relações sexuais, veiculada durante o carnaval deste ano nas emissoras de Tv do Brasil.
Agora se uma cantora vincula sua imagem publica, para ajudar a não propagação das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) como Aids, sífilis, entre outra. É comprovado que o uso da camisinha evita não só uma DST, mas também a gravidez, indesejada. Sendo que o fruto dessa geralmente termina nas ruas, sem citar quando a mãe perde a vida na tentativa de abortar o feto, ou então tenta matar o bebê quando nasce, isso a igreja finge não ver, ou fecha os olhos.
Sou católica, batizada, fiz primeira comunhão, crisma, vou a missa, mas até hoje não consigo concordar totalmente com a visão da igreja católica. Estamos no século XXI, existem doenças “invisíveis” matando pessoas no mundo inteiro. E aquelas que podem ser evitadas a igreja não apóia os métodos. Impossível ficar de boca calada diante disso. Coloco aqui minha opinião de tristeza e pesar, pois agora o Brasil não será mais representado no concerto de Natal do Vaticano. Mas espero que as pessoas continuem ouvindo a Daniela e usando camisinha.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 15h41
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Mais um filme sobre Jornalismo
FILME “TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE”
SINOPSE:
Em 1972, sem ter a menor noção da gravidade dos fatos, um repórter (Robert Redford) do Washington Post inicia uma investigação sobre a invasão de cinco homens na sede do Partido Democrata, que dá origem ao escândalo Watergate e que teve como conseqüência a queda do presidente Richard Nixon.
COMENTÁRIO POR CRISTINA ABREU
Neste filme foi o roteiro, que ele apenas conduziu sem grandes ousadias técnicas e deixou tudo bem seco e direto. Por incrível que possa parecer, o elenco não figura muito bem em cena. Claro, Dustin Hoffman nunca atua mal, mas fica aqui uma sensação de exagero e histeria em sua atuação. Já Robert Redford, que é menos ator do que o Hoffman, se sai melhor por se controlar e não exagerar. "Todos os Homens do Presidente" curiosamente é melhor avaliado com sua importância ao cinema do que singularmente como um filme. Por infelicidade o roteiro de William Goldman caiu em mãos erradas, o que prejudicou um pouco o trabalho. Mas pegando o filme como um todo, "Todos os Homens do Presidente" é uma verdadeira aula de jornalismo e investigações."
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 12h33
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Violência impune: Milhares de mulheres e crianças são vítimas da violência onde o agressor na maioria das vezes está dentro de casa.
Por Mariana Paiva
Naquele dia, meu marido chegou em casa meio estranho. Ele gritava muito. Eu pedi para ele se acalmar, mas ele jogou uma cadeira na minha direção. Eu caí no chão e quando ia levantar, ele me puxou pelo cabelo, me agrediu. Eu estava grávida de 6 meses, e Graças a Deus, minha filha nasceu perfeita. Depois disso, vieram mais agressões. Da última vez, ele quebrou um copo no meu olho. Eu perdi 20% da minha visão do olho direito”. Essa é a história de M.R.T. de 36 anos, que apesar de tanta agressão não denunciou o marido. Essa é uma realidade não muito rara na vida de muitas mulheres em todo o mundo. A violência doméstica atinge milhares de pessoas, e na maioria das vezes, de forma silenciosa já que o agressor quase sempre está dentro de casa. No Brasil, segundo uma pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo, em 2001, pelo menos 6,8 milhões de mulheres sofreram algum tipo de violência, seja física, psicológica, ou sexual. A pesquisa constatou ainda que 70% dos abusos ocorrem dentro de casa, e o agressor, é na maioria das vezes, o marido, o companheiro ou qualquer pessoa que pertence ao núcleo familiar. Conforme o Relatório Mundial sobre Violência e Saúde muitas vezes, estas violências são qualificadas como “natural”, por conta do agressor ter algum grau de parentesco com a vítima. As torturas que as mulheres sofrem, independem de raça, classe social, religião ou cultura, seja nas ruas quando são abordadas ou em suas próprias casas. Mas a denúncia que poderia ser uma forma de combater essa violência quase nunca é realizada. Segundo dados das Delegacias da Mulher, as vítimas só denunciam quando são ameaçadas com armas de fogo ou quando sofrem algum abuso que as deixam com fraturas ou marcas. Além de não denunciarem a agressão, muitas mulheres que procuram a justiça depois de um tempo desistem da acusação. Segundo a Secretaria Especial de Política cerca de 70% dos processos são arquivados. Ser vítima da violência, seja qual for a natureza, é uma experiência que deixa marcas por toda a vida, principalmente quando o agressor está dentro de casa, e é pior ainda se for o próprio pai. “Comecei a desconfiar do meu ex-marido quando minha filha, então com 9 anos, começou a reclamar de dores nos órgãos genitais Enfim, levei ela ao médico. Descobri que minha filha era violentada pelo meu marido, o pai dela, desde os 5 anos de idade. Ela disse que nunca me falou nada porque o “papai” dizia para ela não contar senão a mamãe ia ficar brava. Não hesitei. Denunciei, mas até hoje, já faz 2 anos, nada foi feito com ele. Hoje moro com minha filha, que faz tratamento com psiquiatra para que ela possa tentar esquecer o que passou nas mãos daquele homem.”
A realidade da violência doméstica não é exclusiva das mulheres. A Unicef calcula que 18 mil crianças e adolescentes, com idades que variam entre 5 e 19 anos, são espancadas no Brasil, todos os dias. E conclui que essas violências provém do ambiente doméstico, que provocam 64,4% das mortes das crianças vitimizadas no país.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h48
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Executivos aderem à moda das tatuagens
por Mariana Paiva
Exibir o corpo tatuado já foi moda exclusiva de punks e roqueiros. Mas, há aproximadamente 10 anos, os estúdios de tatuagem começaram a ser freqüentados por outro tipo de clientela. Modelos, clubbers, mauricinhos, patricinhas e até empresários e executivos aderiram ao estilo. Segundo uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Tatuadores do Estado de São Paulo, no interior do estado, o número de pessoas que se tatuaram dobrou nos últimos três anos.
Marca registrada de rebeldia, a tatuagem está inserida hoje em um contexto totalmente diferente, onde corpos bem feitos são exibidos e valorizados. As tattoos não passam mensagem alguma, são feitas apenas para enfeitar. Fábio Neves, advogado, 26 anos, é exemplo disso. Aos 21, fez sua primeira tatuagem. “Fiz um pequeno tribal no pé. Tive um pouco de receio devido à minha futura profissão. Aos 23 anos, fui trabalhar em um escritório e vi que muitos colegas tinham duas, três até quatro tatuagens. Hoje, já tenho seis. Faço para me sentir bem, eu gosto que as pessoas me olhem. Não me arrependo”, afirma.
Os hippies, as patricinhas e os clubbers continuam visitando os estúdios de tattoos. Mas, agora são os engravatados que reivindicam seu espaço. Advogados, promotores, delegados, médicos, empresários e executivos tornaram-se clientes cada vez mais assíduos dos estúdios. “Atendo mais médico e advogado cinqüentão do que punk e metaleiro. Estou terminando um samurai que ocupa as costas inteiras de um executivo”, entrega o tatuador Caio Freire.
Tatuados com profissões mais convencionais optam por fazer o adorno em regiões que são cobertas pela roupa do dia-a-dia. Mas, basta chegar à praia que tratam logo de deixar a tattoo à mostra. O engenheiro Duílio Zanardo, 39 anos, tem um índio no braço há dois anos, e seu colega Fernando Prado, 31, carrega um polvo e um tubarão. “A tatuagem não me atrapalha em nada no trabalho. Até porque o Duílio, que é dono da empresa, tem uma maior que as minhas”, brinca Fernando.
Ao contrário do que se pensa, a tatuagem não é um produto cultural recente. Ela foi inventada e, depois reinventada várias vezes em diferentes momentos. Os povos primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica, como o nascimento e a puberdade; e as passagens da vida social, como o casamento. Seja por vaidade, religião ou para fazer parte de um determinado grupo social, o ato de gravar símbolos no corpo continua sendo uma forma de ritual e de socialização.
Mas, foi no final no século XIX, na Inglaterra, que a tatuagem chegou ao topo. Devido à prática dos marinheiros em gravar símbolos no próprio corpo, vários membros da sociedade inglesa aderiram à tattoo, como passou a ser chamada. E, no processo de colonização nos vários continentes, a tatuagem se espalhou.
Segundo a antropóloga Sílvia Helena Borelli, da PUC-SP, o número de pessoas tatuadas cresceu porque a sociedade mudou e vai continuar mudando. “A diversidade cultural aumentou muito e com isso as pessoas passaram a agir de modo tão diferente, que já não chamam tanto a atenção”, explica.
No Brasil, os primeiros tatuadores profissionais surgiram 30 anos atrás. Seus estúdios, reduto de punks e motoqueiros, eram escuros e mal ventilados. Higiene? Não passava nem perto. Hoje, o cenário é outro. Iluminação, limpeza e materiais descartáveis fazem parte do contexto. Os adeptos da moda, antes surfistas, marinheiros e roqueiros, começaram a perder espaço. As caveiras e águias foram substituídas por tribais e estrelinhas.
Os tatuadores não gostam de chamar de moda uma decisão que se carrega por toda a vida, mas admitem que o preconceito diminuiu quando alguns artistas resolveram se tatuar, como a Gisele Bündchen, que gravou uma estrela no pulso.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h40
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Bicicleta é meio de transporte eficiente
por Mariana Paiva
Mais que um exercício, um meio de transporte. Estamos falando da bicicleta. Ou bike. Ou magrela. Associada ao lazer e à diversão, ela se transformou em meio de locomoção para milhares de pessoas. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, a Abraciclo, o Brasil está entre os 10 maiores fabricantes de bicicleta no mundo, chegando a produzir 4,5 milhões de "magrelas". E ainda conta com uma frota nacional estimada em 45 milhões de unidades.
Redescoberta como máquina eficaz, econômica, saudável, não poluente e barata, a bicicleta faz hoje parte do cotidiano de jovens e adultos. A Organização Mundial de Saúde recomenda a bicicleta como meio de transporte diário, tendo em vista que uma pessoa em estado normal de saúde consegue percorrer cerca de 15 km por dia. Pedalar aumenta a circulação sangüínea, estimula o raciocínio, previne problemas cardíacos, queima calorias e previne vícios de postura. Além disso, deixar o carro em casa resulta em menos gastos com o combustível, manutenção e impostos.
Mas, apesar de todos os benefícios, a bicicleta foi responsável no ano de 2000 por 13.254 acidentes, em território nacional. No mesmo ano, em Ribeirão Preto, foram registrados 281 acidentes. Desse número, oito eram ciclistas.
E mesmo diante da procura por novas alternativas que substituam o automóvel, a bicicleta começa a ganhar seu espaço. O estudante Daniel Isaac vai de bicicleta a escola. Em razão do trânsito e dos condutores impacientes, já se acidentou. "Saio ao meio dia e vinte da aula, e além do movimento pego um sol de rachar. Os condutores não têm paciência, nem educação. Xingam, gritam, reclamam. Uma vez, um motorista me cortou e acabou pegando um pedaço da minha roda dianteira. Fui jogado na guia da calçada. Quebrei o braço e me ralei todo”.
Com o Novo Código de Trânsito Brasileiro, a bicicleta foi reconhecida pela lei como veículo, com direitos e deveres. Os equipamentos de segurança se tornaram obrigatórios: capacete, campainha, espelho retrovisor esquerdo, cotoveleiras, joelheiras; além da sinalização noturna, dianteira, traseira, lateral e nos pedais. Além dos equipamentos, a conscientização do ciclista é essencial, afinal, ele também é condutor de um veículo e o Código de Trânsito deve ser respeitado.
José Brasilino dos Reis, de 73 anos, trabalha nos jardins dos escritórios de advocacia no bairro Ribeirânia. Acorda às 6 da manhã e chega em seu destino por volta das 8h30. "Normalmente pego trânsito ás 6 da tarde, um péssimo horário. Mas, os motoristas têm paciência comigo, sobretudo porque não enxergo bem. Alguns buzinam, brincam e até me cumprimentam. Mas, eu faço tudo direito. Fico sempre à direita, espero o semáforo abrir, os pedestres atravessarem. Não tenho nada do que reclamar, pelo contrário”.
Teoricamente, os municípios são obrigados pelo Código, a implantar melhorias para facilitar a vida dos ciclistas, como ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas. O Rio de Janeiro possui a maior rede cicloviária brasileira. As ciclovias cariocas custaram aproximadamente R$ 6,5 milhões para os cofres públicos, e já conta com 78,8 quilômetros de ciclovias. O policiamento é rigoroso e o desrespeito às regras redunda em punição. Devem circular nas ciclovias apenas bicicletas e cadeira de rodas motorizada. Ambulâncias e viaturas de polícia e da defesa civil somente em caráter de emergência. Em Ribeirão Preto não existe nenhum projeto de ciclovia. Mas o Parque Prefeito Luiz Roberto Jábali, antigo Curupira, conta com um espaço privilegiado para caminhar e pedalar.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h36
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Manhã contra o Cigarro
por Marina Diniz
Neste domingo, dia 27 de novembro, aconteceu em Ribeirão Preto um rally a pé contra o cigarro, realizado pela Comissão Municipal de Controle do Tabagismo e o Hospital das Clinicas de Ribeirão Preto.
Esta foi a segunda edição do evento que comemora o Dia Nacional de Combate ao Câncer e o dia Mundial de Prevenção do Tabagismo. Um levantamento realizado em 2001 apontava um terço da população ribeirão-pretana como fumante. Segundo o médico Clésio Sousa Soares, da Comissão Mundial e do HC, esse número vem caindo bastante nestes últimos anos. “Eu diria que 20 % da população em nossa cidade são fumantes".
E essa redução pode ser atribuída diretamente a campanhas de sensibilização." Mais do que esforço físico, o Rally contra o tabagismo exige raciocínio. Com esta ação queremos estimular as pessoas a pensar em parar de fumar" explica Soares.
Após cinco tentativas para parar de fumar, Diomésio Souza procurou ajuda e com o apoio dos médicos do HC abandonou o vício, e na segunda edição do rally, sua equipe conquistou o bronze." Cada dia que passa, me sinto mais feliz por ter parado de fumar", comemora Diomésio.
A prova aconteceu dentro do Campus da Usp, em média 100 pessoas se enfrentaram divididas em 24 equipes. Dentre os participantes estavam equipes profissionais de trekking e outras que entraram na competição apenas por diversão. O percurso foi concluído em três horas, sendo que durante o caminho houve uma parada de 15 minutos para descanso, com direito a muita fruta para recarregar as baterias.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h47
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