fILME O PODER DA NOTÍCIA

Como quando coloquei a sinopse e o comentário deste filme, só esqueci de colocar o nome do filme estou colocando novamente.

desculpem o erro mas não soube tirar o antigo

Filme - O PODER DA NOTÍCIA

Direção Stanley Tucci

Ano: 1997

 

 

 

SINOPSE DO FILME:


O filme  conta à história de Walter Winchell, que na década de 30 foi um
dos jornalistas mais influentes e poderosos dos Estados Unidos. Mais de 55
milhões de pessoas ouviam seu programa semanal de rádio ou liam sua coluna
diária.
Buscando uma nova forma de atingir o público comum, ele resolveu informar
seus ouvistes e leitores sobre os segredos dos ricos e famosos, explorando
a vida particular de pessoas públicas, sem se importar com as
conseqüências.

COMENTÁRIO POR CRISTINA ABREU:


Antes da TV a cabo, dos canais de notícias 24 horas, da internet e das
centenas de revistas e jornais, as pessoas procuravam satisfazer as suas
necessidades de informação pelo rádio. E nos Estados Unidos na década de
30, o mais popular jornalista de rádio era Walter Winchell. Ele conseguiu
fazer sucesso e conquistar um grande número de fãs ao adotar um estilo de
jornalismo sensacionalista que não era comum naquela época.
Walter Winchell fazia suas reportagens uma dramatização. Ele não narrava os
fatos simplesmente, fazia uma drama.
Essa tendência no jornalismo é muito utilizada atualmente, e esta sendo
feita, principalmente, pelos jornais que estão sentindo a necessidade de
concorrer diretamente com a televisão, que por ter imagens cria mais
empatia com o público do que qualquer outro veículo de comunicação.
Winchell transmitia notícias sobre as personalidades da época como se
estivesse contando casos para seu amigos. Por mais de 30 anos, o jornalista
usou o seu poder de comunicação para atingir seus objetivos. Ele sabia o
que o público queria ouvir e aproveitou-se disso para tirar vantagens, ao
ponto de não se importar com a ética.
No filme, percebe-se, também, a presença de manipulação exercida em um
> veículo de comunicação. Quando o jornalista resolve atacar em seu programa
de rádio e em sua coluna o líder alemão, Adolf Hittler, ele é vetado várias
vezes e de tanto insistir em atacar o ditador, Wichell acaba sendo
despedido, perdendo até o seu programa de rádio. Os ataques á Adolf Hittler
poderiam prejudicar as relações entre os donos do jornal e o país do
ditador.

 



Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h05
[] [envie esta mensagem]



filme sobre jornalismo 15 MINUTOS

SINOPSE:  DO FILME 15 MINUTOS

Emil (Karel Rodes) e Oleg (Oleg Taktarov) são dois estrangeiros vindos da Europa Oriental que chegam aos Estados Unidos a fim de receber uma quantia em dinheiro, deixada com um amigo na última vez em que tinham se encontrado. Quando descobrem que ele gastou toda o dinheiro, Emil o mata com Oleg filmando tudo com sua câmera portátil. A partir de então, eles têm uma idéia: fazer de Emil o astro de um filme dirigido por Oleg, onde ele terá que assassinar uma importante pessoa da cidade. E o alvo é justamente Eddie Fleming (Robert De Niro), o mais famoso policial da cidade.

 

COMENTÁRIOS POR CRISTINA ABREU:

O filme 15 Minutos é uma crítica à atual mídia americana, que não poupa esforços para conseguir um furo de reportagem. Como (futuro) jornalista, é um daqueles filmes que parecem exagerar até onde a mídia vai. Bem, exagera. Afinal, isto é Hollywood. Mas mostra que a cada dia a mídia dá uma esticadinha na linha que separa o jornalismo sério da imprensa marrom. E que aos poucos, tal linha se torna mais fraca. Por mais que exista essa relação amor e ódio entre a imprensa e o público, é uma troca. Por mais que seja considerado absurdo o quê um programa como o Top Story faz, ele não existiria se não houvesse um público enorme que o assiste. Durante a "top story" do filme, a cidade pára para assistir! Mesmo a produtora do programa (Kim Cattrall, da série Sex and the City), que quer mudar o formato e diminuir a violência no ar, tenta não olhar para a tela mas acaba cedendo à curiosidade. "If it bleeds, it leads" é o lema do apresentador. E infelizmente ele tem razão.  Felizmente, o filme funciona tão bem quanto um policial dirigido com mão forte de John Herzfeld, do que como uma crítica. Todos os personagens, sem exceção, são humanos. Por mais que eles pareçam rasos e vazios, ainda dão sinal de certa humanidade. Por exemplo, por mais que Eddie se importe com sua imagem, ele ainda procura alcançar o bem maior em seu trabalho. Ou mesmo quando o apresentador Robert Hawkins (Kelsey Grammer, da série Frasier) diz que "tais bandidos ainda estariam soltos se não fosse por ele". É uma crença deturpada mas ainda existe uma certa intenção de servir à sociedade. Apesar disso, ainda são mostrados como escória, sejam os jornalistas e principalmente os advogados.  Quem rouba mesmo o filme é Ed Burns, como Jordy Warsaw. Apesar de ser o segundo nome, ele é o principal personagem. Afinal, não é famoso como De Niro. Jordy é o típico perdedor, que acaba se dando mal com as melhores intenções. Mas é competente e respeitado em seu trabalho. Burns surpreende como ator já que estava acostumado a papéis repetitivos como em Os Irmãos McMullen e Nosso Tipo de Mulher, também dirigidos por ele.  Se isso tudo já não fosse o suficiente, ainda vale a pontinha de Charlize Theron como a cafetina Rose Hearn e a do comediante David Alan Grier, responsável pela pequena parte de comédia do filme, que ainda tem alguns bons diálogos entre De Niro e Burns.

 

 

 



Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 13h55
[] [envie esta mensagem]



GALERA, ESTE TEXTO EU ESCREVI APENAS COMO UM DESABAFO.  ESPERO QUE SIRVA PARA VOCÊS PERDEREM ALGUNS MINUTOS, E PRINCIPALMENTE PARA SE EMPENHAREM EM COMPRAR UM CARRO, PQ DEPENDER DE ÔNIBUS É PÉSSIMO.....

                                           NÁTHALY SARDINHA

 

Foi em uma manhã de sábado, daquelas em que o sol é quente e o vento é frio. Eu acordei cedo e fui para o ponto de ônibus esperar por aquele que me levaria ao último de meus compromissos semanais: uma aula que termina às 13:00.

Apesar do cansaço e da preguiça, me sentia feliz. Pensava no alívio que seria dali em diante não depender mais dos antigos passes, afinal de contas, havia feito meu cartão de estudante e iria usá-lo pela primeira vez. Portanto, as quase duas horas de espera para tê-lo em mãos, valeriam a pena.

Me lembrei das várias situações desagradáveis que passei pela falta do cartão. Situações que, coincidentemente, aconteciam sempre nas manhãs de sábado, com os ônibus que me levam à aula.

Uma vez, entrei no ônibus com meus R$ 1,80 e onde estava o cobrador? Não tinha cobrador, e o motorista me disse que eu precisaria de um passe. Tentando ser útil, me mandou comprar um, "naquele barzinho ali da rua de trás". Ótimo! Desci do ônibus e fui ao tal barzinho, que por sinal é o único local do bairro onde ainda vendem o passe de ônibus. Chegando lá, às 10:10 encontrei tudo fechado e fui informada por um vizinho, de que o local só funciona à partir das 17:00.

Felicíssima, voltei ao ponto e esperei novamente pelo ônibus, que chegou com outro motorista e a mesma ausência de cobrador. Contei minha história, e este simpático motorista aceitou me dar uma carona até um lugar onde poderia comprar um bendito passe. Atrasada e nervosa, cheguei ao meu destino.

Em outra ocasião, entrei em outra linha do mesmo bairro. Mais uma vez sem passe, tive que comprar de um passageiro salafrário, que me vendeu um mísero passe por R$ 5,00 alegando não ter troco.

De repente, no sábado de sol forte e vento frio, minhas lembranças foram interrompidas por uma mulher que passava pelo mesmo problema, do qual eu lhes falava: a falta de um passe.

Com aquele sorriso amarelo de passageiro fora da roleta, ela se dirigiu diretamente à mim pedindo: "você tem um passe pra me vender"?

Até me deu vontade de rir. Não é possível que nunca vou conseguir me livrar dessa chatice!

Disse que infelizmente não tinha, porque eu usava cartão. Mas contei brevemente minhas histórias à ela, e dei um conselho de passageira experiente. Ela deveria pedir aquela caroninha básica até o vendedor de passes.

Sei lá por quê, ela não gostou da idéia e me perguntou se eu não poderia passar o cartão pra nós duas, e receber a passagem dela em dinheiro.

Na dúvida de se isso era possível ou não, resolvi seguir meu coração solidário e aceitei a proposta. Mesmo porque, ela me disse que já havia feito isso outras vezes, sem nenhum tipo de problema. Quando o ônibus chegou, deixei que todos entrassem e, eu mesma, passei meu cartão naquele negócio, depois que o motorista o liberou. A mulher entrou, e me olhando com cara de periquito sonolento, o motorista liberou aquilo pra mim. Passei meu cartão e o negócio respondeu com um "PI PI PIIIIII" ridículo, que fez o ônibus inteiro me olhar com cara de interrogação.

O periquito então arregalou os olhos, e me disse com voz cruel: "cartão de estudante só se passa uma vez". Fiquei sem palavras por um segundo, até que a indignação tomou conta de mim.

COMO NÃO PODE? O SENHOR ME VIU PASSAR O CARTÃO PRA ELA, POR QUÊ NÃO AVISOU? E SE O CARTÃO É MEU E EU QUERO DAR UMA PASSAGEM DE PRESENTE Á ELA? HEIN? HEIN? E fiquei sem resposta.

Que absurdo, já não se pode mais nem fazer caridade. Lá estava eu novamente, mendigando um passe aos passageiros.

Gostaria de saber como vai funcionar o transporte coletivo para as pessoas que não são da cidade, como turistas ou pessoas da região, que eventualmente precisem do ônibus e não tem o cartão. Será que foi firmado algum tipo de contrato entre as empresas de transporte coletivo e os taxistas de Ribeirão Preto? Ou a intenção é algum programa do tipo "Turistas Bons de Pernas"? Porque se os ônibus não tem cobradores, e já quase não se encontra lugares para comprar passe, aqueles que não tem o cartão precisarão rodar a cidade a pé.

Tudo bem que os cartões tem seu lado bom, mas isso não justifica o incômodo e o mau atendimento aos passageiros, além do desemprego de vários cobradores.

E já que o assunto é transporte coletivo, me permitam escrever um pouco mais.

Em outra manhã de sábado, esperei pelo ônibus durante uma hora e exatos quinze minutos. O ônibus não apareceu, não mandou notícias nem substitutos, e me fez perder a aula daquele dia. Enfurecida e abandonada pelos outros passageiros que cansados de esperar foram embora antes de mim, voltei para casa. Peguei o telefone e disquei o 118 em busca de satisfações que pudessem me acalmar. Depois de muito tempo de espera, com aquele TU TU TU invadindo meus tímpanos, consegui ser atendida.

"Bom dia, ......" me disse a voz entre outras coisas. "Bom dia", respondi seca. "Por favor, será que você pode me explicar por quê aquela m.... daquele ônibus não passou nenhuma vez em uma hora e quinze minutos? Por quê não mandaram outro ônibus? Tinha vários passageiros esperando, e blá blá blá..."

Sabe qual foi a resposta que obtive? "Com certeza houve algum problema e o ônibus não pôde chegar até aí, deseja mais alguma coisa?" Achei melhor desligar.

AHHHH, QUANTA EFICIÊNCIA! Ela simplesmente me disse tudo o que eu já sabia.

Quase sempre tenho a impressão de que isso tudo é um complô contra mim. Mas às vezes, conversando com outros passageiros, descubro que o complô na verdade, é contra nós.

Não sei se as pessoas não reclamam, ou se as empresas é que não atendem às reclamações. Seja lá o que for, saibam que todo este texto foi "baseado em uma história real", e que eu realmente espero que ele seja útil à qualquer uma das partes envolvidas.

 

 

 

 



Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 22h05
[] [envie esta mensagem]



15 DE NOVEMBRO

O que se comemora no dia 15 de Novembro? Muita gente não sabe. Na correria do nosso cotidiano, com tantos afazeres e preocupações, pouco tempo temos para recordar a história do nosso País. Quando nos deparamos com um feriado, geralmente não queremos nem saber porque aquele dia trata-se de uma data comemorativa. O que queremos é descansar, viajar e curtir.

Pois bem, no dia 15 de novembro de 1889 foi proclamada a república pelo Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, instaurando-se no País um novo sistema de governo, que pôs término ao período do Brasil Imperial.

A derrubada a Monarquia, instalou-se um Governo Provisório, presidido por Deodoro da Fonseca, com três funções básicas: consolidar o novo regime institucionalizá-lo com aprovação de uma constituição e executar as reformas administrativas que se faziam necessárias.

 

Saiba mais:
http://www.terra.com.br/almanaque/datas/republica.htm
http://www.senado.gov.br/web/historia/Rep01.htm

 

Wilian Freire



Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h39
[] [envie esta mensagem]



Dica para leitura...

 Recomendo um livro tudo de bom: “Depois daquela viagem”, de Valéria Piassa Polizzi.

Fazia tempo que eu queria ler esse livro, já vi muitas entrevistas com essa escritora que me chamaram muito a atenção.

Valéria contraiu AIDS aos 16 anos! Na primeira transa!

O livro tem uma linguagem descontraída, mas alguns trechos são bem fortes e tocantes. Faz a gente pensar e repensar muito em nossos valores, preconceitos, medos, e como vemos o mundo e a nós mesmos. Incrível!!!

 

Giovana Paula Mazer



Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h40
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]


 


Histórico
27/11/2005 a 03/12/2005
20/11/2005 a 26/11/2005
13/11/2005 a 19/11/2005
06/11/2005 a 12/11/2005
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis