FILME O ÂNCORA
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O Âncora - A Lenda de Ron Burgundy |
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Elenco: Will Ferrell, Christina Applegate, David Koechner, Steven Carell, Paul Rudd. |
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Direção: Adam McKay |
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Gênero: Comédia |
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Sinopse: Nos anos 70, Ron Burgundy era considerado um dos melhores âncoras de telejornais de San Diego. Sua colega, a feminista Veronica, fica responsável pelas matérias de cozinha e de outros interesses femininos. Até que se cansa de ser mais um rostinho bonito e começa a querer mais espaço no noticiário. Ron sente-se ameaçado pela presença de Veronica e os dois travam uma guerra nos bastidores, tentando assumir a bancada do noticiário. |
COMENTÁRIO POR CRISTINA ABREU:
Sinceramente, O Âncora é muito engraçado e divertido.Para ter uma idéia de quanto “O Âncora” é pastelão, saiba que eles tratam a história a ser descrita abaixo como baseada em fatos reais e, já dentro da trama, o grande acontecimento jornalístico do ano é a gravidez de uma ursa panda. O filme gira em torno de Ron Burgundy (Ferrell), que é o âncora do telejornal do Canal 4, o mais popular de San Diego, que conta com outros três apresentadores: O homem do tempo; o comentarista esportivo e da “A Filha do Chefe” . A equipe está sempre de bem com a vida, afinal o telejornal que apresentam está sempre em primeiro lugar nos índices de audiência. E é nesse mar de felicidade que surge Veronica Corningstone uma a determinada jornalista cujo sonho é se tornar a âncora de um telejornal. É claro que a jovem não terá facilidade, pois o ambiente machista da equipe estará sempre a atrapalhando. Com o passar do tempo Veronica passa a duelar com Ron e os dois iniciam uma verdadeira guerra dos sexos nos bastidores. “O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy” conta com cenas memoráveis, das quais se destacam duas: 1) a que conta com a participação de Jack Black, sobre a qual não posso revelar muito pois estragaria a cena mais engraçada do longa; 2) a luta entre os apresentadores de todos os telejornais da cidade. A seqüência é surreal e conta com as Starsky & Hutch - Justiça em Dobro participações de, Luke Wilson, Vince Vaughn) e Ben Stiller. Assista “O Âncora” até o final dos créditos, pois tem uma surpresinha. Tomara que o longa faça sucesso por aqui, pois é um tipo de comédia sem baixarias e de extremo bom humor (um pouco negro em algumas cenas).
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 15h58
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A FELICIDADE DE CHUTEIRAS
Fanáticos pelo seu time, eles encontram no seu clube de coração um motivo para viver e ser feliz.
Eles não se importam de serem chamados de doentes, loucos, ou coisas deste gênero. Eles colecionam tudo! Desde uma simples camisa até canecas, chaveiros, bonés, agasalhos, quadros, CDs, revistas, jornais, livros, autógrafos, etc. Pessoas que fazem o possível e o impossível pelo amor ao seu time de coração. Para eles, não há limites. A paixão pelo clube está acima de tudo, supera qualquer razão.
Esses torcedores fanáticos são figuras que encontramos em nosso cotidiano e acirram a rivalidade entre os clubes de futebol. Em Ribeirão Preto, por exemplo, existem vários exemplos destes apaixonados pela bola. Jéferson Machado, funcionário público, é um deles. “Eu já torcia pelo Corinthians na barriga da minha mãe”, declara. “Corintiano já nasce, o resto é opção de vida”, completa. “Eu já perdi namorada, emprego, apanhei, tomei tiro em briga de torcida, tatuei o símbolo do meu time no corpo e fui discriminado, mas nunca abandonei o Corinthians”, exalta o torcedor. Presidente da Torcida e da Escola de Samba Camisa 12 Corintiana de Ribeirão Preto, Jéferson afirma: “O Corinthians é minha vida! Minha alegria! Eu respiro Corinthians!”. Lucas Ribas, estudante, também é o que podemos chamar de um torcedor fanático. Ele é integrante da Torcida Jovem, a maior torcida organizada do time do Santos. Na porta da sua casa, um mascote gigantesco desenhado na parede, no peito, o símbolo do time tatuado. Artigos esportivos diversos, entre outros produtos, apenas complementam sua demonstração de amor ao clube. “O Santos está no meu coração! É a minha razão de viver!”, afirma o torcedor.
Engana-se, porém, aquele que pensa que o fanatismo no futebol é privilégio apenas dos clubes grandes. Tiago Lopes, 18, estudante, conta que começou a torcer pelo Botafogo de Ribeirão Preto aos sete anos de idade. Ele é integrante da Torcida Fiel Força Tricolor há quatro anos, e procura sempre estar presente nos jogos do Botafogo. “O meu time é tudo para mim. Se ele ganha, eu estou feliz. Se perde, fico triste”, explica. Tiago, assim como todo torcedor apaixonado, também coleciona em sua casa tudo sobre o time. “Esses aqui são meus maiores bens. Hoje é meu, amanhã, será dos meus filhos e depois dos meus netos”, planeja o torcedor. Segundo a mãe de Tiago, o filho não tira a camisa do Botafogo para nada: “se deixar ele toma banho com a camisa do time”.
Para a psicóloga Josiane Issac, o comportamento fanático pode indicar uma dependência do indivíduo em relação à atividade em ele é “viciado”. Quando privado dessa, o mesmo mostra-se irritado, agressivo e confuso. Ela explica que no caso dos torcedores, nem sempre estamos diante de pessoas dependentes, mas alguns sofrem com este transtorno. “Ao ficar privado de uma das atividades que exerce, na maioria das vezes em grupo, o indivíduo sente-se fragilizado e angustiado, sente-se sozinho”, explica Josiane. Para a psicóloga, muitas vezes podemos confundir a paixão e o interesse com o fanatismo. “Talvez fique mais claro isso quando compreendemos o fanatismo como a única maneira possível do indivíduo sentir-se bem. A paixão é diferente, porque no futebol, a torcida contribui para que o indivíduo sinta-se mais rico, para que ele amplie suas amizades, para que seja motivo de mais uma satisfação”, explica. É preciso se ter muito cuidado ao abordar este assunto. “Tudo o que acontece em grupo pode adquirir proporções maiores, isto porque o grupo assume uma identidade própria. Os indivíduos em grupo podem assumir comportamentos que individualmente não assumiriam, principalmente quando seu grupo está diante de um desafio, ou de outro grupo rival”, alerta a psicóloga.
Independente de ser considerado fanático ou não, estes indivíduos são á razão de ser do futebol. Eles alegram as arquibancadas, os bares, as ruas das cidades. Quem nunca se divertiu ao tirar um sarro no colega de trabalho, no amigo da escola, nos vizinhos, quando o time dele perdeu? É assim, de uma forma simples, que o futebol dá alegria ao nosso cotidiano.
Wilian Freire
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h16
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Pessoal, essa foi minha primeira matéria na AGE, ficou legal, espero que gostem...
Felizes para sempre?
Em Barretos, no interior paulista, o número de divórcios aumenta em média 11% ao ano Cristiane Leite para a AGE/UNAERP Atualmente vive se um mundo globalizado com mudanças em vários setores, como, economia, cultura, educação, e isso reflete nos relacionamentos amorosos. O casamento nos dias atuais parece já não ter a mesma importância como no passado. Hoje, muito mais do que antes, quando um casamento não esta dando certo as pessoas optam por terminar a relação, recorrendo ao divórcio.
Em Barretos interior de São Paulo, nos últimos seis anos deram entrada no Cartório de Distribuição Judicial da Comarca, um total de 2.556 processos de divórcio. No ano de 2003 foram 433 casos, sendo que em 2004 esse número aumentou em 11,52%, totalizando 486 processos. Em 2005, nos meses de março e abril, já foram computados 108 processos, o que comprova o aumento no número de divórcios.
Inúmeros fatores levam as pessoas a procurar um especialista para tratar da separação. “O adultério e a incompatibilidade de gênios continuam sendo as principais causas de separação”, afirma o advogado Flávio Santos Junqueira.
O adultério, considerado crime até o final do século XX, só poderia ser provado se a pessoa adúltera confessasse, ou se fosse possível comprovar a consumação do ato sexual. A lei previa pena de detenção de até seis meses. Com o novo Código Civil, que entrou em vigor em 2002, a lei do adultério deixou de existir.
Para Ana Maria Rios, divorciada há 7 anos, quando duas pessoas decidem terminar um casamento, tem que administrar as dificuldades que ocorrem junto com a separação. “A separação não é fácil, o casal começa a perceber quando não dá mais, os filhos se acostumam com a nova situação”, conta.
Na opinião do sociólogo Sérgio Vinicius de Lima Grande, os casais hoje se separam mais devido a impaciência, a intolerância, a ausência de fraternidade e a falta de companheirismo. “O imediatismo, a atração fisica, a paixão ou uma gravidez indesejada, são motivos para se começar um casamento, uma união aliás que pode acabar mais rápido”, afirma.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 10h40
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Diga Não ao plágio A internet facilita a cópia de matérias jornalísticas Ana Paula Fagundes para a AGE/UNAERP Cópia, imitação, apropriação - de trabalho artístico alheio - isso significa plágio, segundo o dicionário da língua portuguesa. Sendo, hoje, um dos maiores problemas e motivo de preocupação na área de jornalismo, principalmente das universidades que preparam o futuro profissional.
A maior dificuldade dos professores da Universidade de Ribeirão Preto é desfazer o que os alunos aprendem tanto no ensino fundamental como no ensino médio, o chamado resumo de livros e textos. Isso significava muitas vezes, a redução do texto do autor sem modificação.
Na primeiro dia de aula, os alunos de jornalismo aprendem que plágio é crime e que o trabalho deste profissional da notícia é buscar informações e não copiá-las. A reportagem da AGE tentou entrevistar alguns alunos de jornalismo, mas eles pediram para não terem os nomes identificados. Eles justificaram que é a falta de tempo de realizarem as reportagens que provoca o plágio, mas garantem que assim que estiverem trabalhando na área não vão fazer cópias de matérias.
Professor e ex-editor da Folha de S. Paulo, Luis Carlos Eblak de Araújo diz que plágio não deveria ser motivo de preocupação no jornalismo, pois o trabalho de um jornalista é colher informações, só que atualmente tornou-se algo grave e de muitas discussões não só dentro das universidades mas também nas redações. Eblak afirma ainda que quando trabalhava na Folha de S. Paulo, dentre as quinze a vinte pautas enviadas por semana para São Paulo, uma pauta era plágio. ”É falta de ética, comodidade, tanto do jornalista formado como do aluno do curso de jornalismo”, afirma.
Daniel do Carmo, professor do curso de jornalismo na Universidade de Ribeirão Preto, diretor do jornal Circular 274, declara: “Plágio é falta de ética, de respeito com o leitor, falta de profissionalismo. O aluno acha que pode enganar, mas esquece que o professor sabe reconhecer o texto de um jornalista profissional e de quem está começando a escrever".
Tanto Eblak como Carmo concordam que a internet ajudou no aumento de casos de plágio. ¨O ato de plagiar se torna cada vez mais fácil e preocupante¨, fala Eblak. ¨A ferramenta criada para auxiliar em pesquisas e na propagação da informação é utilizada de forma errada por muitos estudantes quando fazem a opção pela cópia de matérias jornalísticas¨, complementa Carmo.
A função mais importante hoje na Universidade é conscientizar o aluno quanto ao plágio, mas cabe aos regimentos internos dos cursos advertir ou até mesmo suspender o estudante que praticar tal ato. ¨O aluno assina uma carta de advertência e é explicado a ele que o plágio, além de não ser ético, não é aceito pelo Curso de Comunicação Social da UNAERP e a reportagem plagiada recebe automaticamente nota zero¨, fala Flávia Martelli , assistente de coordenação do Curso de Jornalismo.
Editora: Thais Cardoso
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 19h49
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Blah. Aí vai um crônica velha que escrevi não me lembro quando, nem onde, e nem p q...
Quem sou eu?
Nasci de uma mãe que também foi pai, em um ano já distante em um mês e dia que não importam. Cresci absorvendo personalidades, matando monstros e conversando com amigos invisíveis. Minhas maiores preocupações eram a difícil escolha entre a bolacha de chocolate ou a de morango. Desde muito cedo vive em minha cabeça um já velho ponto de interrogação, às vezes ele sai de férias, às vezes não. Na adolescência passei a analisar e selecionar tudo aquilo que havia absorvido durante a infância para assim delinear aquilo que eu viria a ser (ou não) hoje. Nessa época fui bombardeado por mídias diversas e foi quando me ocorreu que eu já não queria mais ser veterinário ou astronauta, o que eu queria era ouvir Legião Urbana e ler Paulo Coelho... Foi um tempo de autoconhecimento e experiências diversas onde em cada dia eu interpretava um papel diferente. Um dia eu ia igreja, de repente parava de comer carne, em outro ia a um manifesto contra não sei o que lá em Brasília. Minhas crenças e atitudes se degladiavam de forma agressiva explodindo em uma contradição máxima onde o termo "metamorfose ambulante " proferido por Raulzito traduzia perfeitamente o que eu era, ou pelo menos tentava ser. Enfim saí do ninho na mesma época em que deixei a adolescência. Segundo as estatísticas, eu havia me tornado então um adulto. Saí então pra ver o mundo, de um pequeno povoado onde eu tinha nome para uma selva onde eu sou um número. Hoje me dedico a explorar clichês, me perder em redundâncias, me apoiar no óbvio, até que finalmente eu possa criar algo novo e relevante. Até lá, continuarei a me apoiar em ícones, a me comunicar com siglas e a interpretar sinais. E quanto a Renato Russo e Paulo Coelho? Ah, deixa pra lá.
Vinnie (com preguiça, sempre cansado e querendo cerveja)
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 19h40
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JORNALISMO ON-LINE
Acredito ser pertinente discutirmos termos ligados ao Jornalismo On-line como, por exemplo, a questão do CIBERJORNALISMO. De acordo com Pollyana Ferrari – autora já estudada por nós - ciberjornalismo é a realização de todas as tarefas que envolvem a criação de textos para os produtos da Web. Segundo ela, o ciberjornalista deve ser capaz de mexer em várias mídias ao mesmo tempo e ainda saber escrever corretamente, respeitando as normas da língua.
Hoje a internet permite o tratamento de todos os tipos de informações, combinando diferentes formatos de conteúdo (texto, vídeo e som). A hipermídia, antes desconhecida, torna-se uma extensão do hipertexto, uma vez que não se limita à informação escrita, mas permite ao jornalista trabalhar com elementos audiovisuais (voz, música, sons, imagens fixas e animadas) e gráficos (figuras, gráficos, símbolos).
Assim, é importante que as faculdades de jornalismo comecem a explorar a mídia on-line, já que hoje é um meio que expande e adere mais “adeptos” a cada dia. Os cursos devem adaptar suas grades acadêmicas à nova realidade, incluindo disciplinas que desenvolvam no futuro profissional, a capacidade de construir hipermídias. Sem essa condição, aperfeiçoar o jornalismo on-line e o mercado de trabalho, torna-se algo quase que impossível.
* Leia também 10 dicas interessantes para que saibamos praticar a usabilidade, principalmente no meio on-line - http://www.cidade.usp.br/redemoinhos/1602/analise.php
Adriano Oliveira
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h02
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Comentário do filme "O fabuloso destino de Amélie Poulain"...
Alguns filmes fazem muita diferença em nossa vida. Como exemplo disso, um filme francês, “O fabuloso destino de Amélie Poulain”, que deu origem a um significado especial, uma relação afetiva entre o cinema e a psicanálise. Por mais que eu queira falar, sempre vai faltar alguma coisa, porque o filme tem muitos sentidos. Sensibilidade, delicadeza, desejos inconscientes são retratados no filme. As personagens são caricaturas mas, se olharmos com cuidado, muito parecidas com as pessoas que convivemos. A personagem principal, Amélie, que no início do filme é alienada, sem jeito, sem objetivos...consegue se descobrir e se assumir, quando no decorrer do filme (se quiser saber mais detalhes você vai ter que assistir) ela entra em contatos com diferentes e inesperadas situações, que são bem diferentes das que tinha vivido desde a sua infância. Então, ela sente a importância que tem, percebe sua segurança e começa a se interessar pelo jeito de ser dos outros e mudar a vida dos que a rodeiam. O homem de vidro, que sempre pintava quadros de Renoir, mas nunca tentou um próprio - talvez por medo de não ficar perfeito (que erro!), tenta ajudar Amélie, mas a garota descobre que ele é mais frágil que ela, o que não a impede de pensar em seus conselhos. Isso também se encaixa em seu relacionamento com Nino, que também tem hábitos incomuns, o que mostra que todos somos meio estranhos e achamos que é estranho o que é diferente da gente. Para finalizar, o álbum de fotos rasgadas e coladas, talvez seja uma metáfora para entendermos que, apesar de nossa história ter fatos que nos machucaram, falhas que não conseguimos preencher, não nos impede de ter autonomia sobre nossas vidas, de ter nosso jeito de ser, e viver novas experiências.
Giovana Paula Mazer
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h07
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Computadores que irritam
A tecnologia tem lá suas inúmeras vantagens. Mas o computador, que deveria ser perfeito, consegue irritar em questão de segundos. Um exemplo que sempre acontece: a pessoa está com muita pressa e precisa imprimir um simples texto. Ou o computador liga, mas acaba travando em seguida ou a impressora, que sempre funcionou perfeitamente, dá pau. Engraçado, parece que ele pressente que você está sem tempo e resolve te provocar, doido para levar umas pancadas. E quando aparecem as mensagens do além? Como aquela com o fundo azul que diz: o sistema parou. Dá pra entender? Por isso eu digo, não dá pra confiar plenamente nas máquinas, pois, assim como todo ser humano, chega um dia que ela acorda de mau humor.
Há uns três anos saiu na Folha Online as dez coisas que irritam ou são inúteis no computador. Vejam cinco delas:
01- Mensagem: “Este programa executou uma operação ilegal e será fechado”
O que ele quer dizer com operação ilegal? E, na maioria das vezes, essa mensagem aparece do nada, sem motivo algum?!?!
02- Sujeira na bolinha do mouse
Que chatice! Até em lugar onde só tem ar-condicionado a bolinha vive suja.
03- Pau na impressora
Por que sai aqueles caracteres bonitinhos quando ela dá tilt? Por que ela inventa de puxar mais que uma folha ao mesmo tempo?
04- Erro no disquete
Até disquete novinho dá problema. E parece que só dá erro quando tem um arquivo hiper importante ali. Experimente então tirá-lo com a luzinha ainda acesa, aí sim ele fica imprestável.
05- Assistente do Office
É super chato! Não importa qual deles você escolha. O assistente tem o péssimo hábito de aparecer quando não deve e de não apresentar as respostas corretas para nossas dúvidas. Totalmente dispensável.
Rejane Sandri
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 14h29
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