Diploma volta a ser obrigatório
Adriano Oliveira
Acredito que nem todos estejam informados, mas no último dia 26 de outubro, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região conseguiu derrubar a liminar, que ia contra a obrigatoriedade do diploma para a profissão de Jornalismo. Isso significa que a fatídica decisão tomada em outubro de 2001, não está mais em vigor. A partir de agora, a formação superior volta a ser necessária para a obtenção do registro profissional.
Temos consciência de que essa é uma grande conquista não só para nossa classe, como também para a sociedade. Porém, ao mesmo tempo pensamos: mas o que muda? O diploma realmente representa conhecimento? Apropriando-me de Rogério Christofoletti lanço: "a conquista do canudo é só o começo".
Atualmente, milhares de estudantes se formam sem o mínimo de reflexão crítica. Profissionais que irão contribuir com o jornalismo emburrecedor e alienante, sem ao menos perceber que eles próprios são os alienados, na grande máquina da mídia moderna.
Sim, o diploma faz-se necessário! A primeira vitória foi alcançada. Mas enganam-se aqueles que acreditam que a luta termina aí. Teremos agora, uma batalha muito maior pela frente. Trabalhar por ensino de qualidade e por profissionais realmente INTERESSADOS e CAPACITADOS.
Textos Complementares:
Decisão Judicial põe fim ao vale-tudo - Rogério Christofoletti - Observatório da Imprensa
E agora, juíza? Quem paga o prejuízo? - Eduardo Ribeiro - Portal Comunique-se (necessário cadastro gratuito no Portal)
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 19h04
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CNH
OBS: ESTA MATÉRIA SOBRE CNH FOI ESCRITA POR MARCELA PAIVA...
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 12h10
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CNH
Pessoal esta foi uma das minhas primeiras matérias, espero que gostem!!!Bjinhos!!!
16 mil pessoas são habilitadas por ano em Ribeirão Preto
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ser adquirida por qualquer pessoa a partir dos 18 anos que dispõe de perfeitas habilidades, sabendo ler e escrever.
Segundo o Presidente da Associação dos Auto Moto Escolas de Ribeirão Preto Antônio Geraldo, a quantidade de CNHs tiradas anualmente atingem quase sempre o mesmo patamar. “Em torno de 1.500 pessoas conseguem se habilitar por mês na cidade”, diz ele.
Para se conseguir uma Carteira de Habilitação hoje é preciso primeiramente realizar o exame de visão e psicotécnico, testes que são aplicados por um psicólogo. Em seguida, é dado o curso de formação de condutores (CFC) que é passado noções básicas sobre a legislação do trânsito, direção defensiva, primeiros socorros, meio ambiente e mecânica. Depois é feita uma avaliação escrita. Concluindo esta fase, iniciam-se as 15 aulas práticas veiculares também seguidas de um exame com a presença de examinadores e delegados de trânsito. “Com a aprovação neste exame o candidato pode receber sua CNH, diz Marcos Mazali, diretor da Associação.
Com base nos dados da Associação, não houve crescimento no número de pessoas que conseguiram habilitar-se nos últimos anos. Em 2003 foram emitidas aproximadamente 16.600 carteiras, em 2004 a média foi mantida. “O índice poderia ser maior nas aprovações caso não houvesse tanto nervosismo e ansiedade dos candidatos”, declara Mazali, confirmando que o número de alunos matriculados em seu estabelecimento permaneceu praticamente o mesmo.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 12h04
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Referendo
O dia do “não”
Domingo, dia 23 de outubro, a população do Brasil disse não! E esse resultado merece reflexão.
Após a veiculação de propagandas, o “não” ganhou e isso nos trouxe apenas uma verdade: o povo brasileiro não confia na segurança pública.
O “não” é a confirmação de que as pessoas estão inseguras e querem se defender sozinhas em caso de perigo.A resposta do povo brasileiro foi a seguinte: não confiamos na força pública, o Estado perdeu sua capacidade de defesa social.
As soluções não devem partir somente do governo, mas é claro para todo mundo que o Estado precisa agir e encontrar solução para a violência, com urgência.
A população precisa de ações que realmente tenham resultado, que dê a segurança que o povo precisa e tem direito. Nenhum povo gosta de ver seu governo desmoralizado.
Adriana Palmeira
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 10h16
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Cinema
Meu assunto preferido é cinema por isso.......
SINOPSE DO FILME: O filme conta a história de Walter Winchell, que na década de 30 foi um dos jornalistas mais influentes e poderosos dos Estados Unidos. Mais de 55 milhoes de pessoas ouviam seu programa semanal de rádio ou liam sua coluna diária. Buscando uma nova forma de atingir o público comum, ele resolveu informar seus ouvistes e leitores sobre os segredos dos ricos e famosos, explorando a vida particular de pessoas públicas, sem se importar com as consequências.
COMENTÁRIO POR CRISTINA ABREU: Antes da TV a cabo, dos canais de notícias 24 horas, da internet e das centenas de revistas e jornais, as pessoas provuravam satisfazer as suas necessidades de informação pelo rádio. E nos Estados Unidos na década de 30, o mais popular jornalista de rádio era Walter Winchell. Ele conseguiu fazer sucesso e conquistar um grande número de fãs ao adotar um estilo de jornalismo sensacionalista que não era comum naquela época. Walter Winchell fazia suas reportagens uma dramatização. Ele não narrava os fatos simplismente, fazia uma drama. Essa tendencia no jornalismo é muito utilizada atualmente, e esta sendo feita, principalmente, pelos jornais que estão sentindo a necessidade de concorrer diretamente com a televisão, que por ter imagens cria mais empatia com o público do que qualquer outro veículo de comunicação. Winchell transmitia notícias sobre as personalidades da época como se estivesse contando casos para seu amigos. Por mais de 30 anos, o jornalista usou o seu poder de comunicação para atingir seus objetivos. Ele sabia o que o público queria ouvir e aproveitou-se disso para tirar vantagens, ao ponto de não se importar com a ética. No filme, percebe-se, também, a presença de manipulação exercida em um
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veículo de comunicação. Quando o jornalista resolve atacar em seu programa de rádio e em sua coluna o líder alemão, Adolf Hittler, ele é vetado várias vezes e de tanto insistir em atacar o ditador, Wichell acaba sendo despedido, perdendo até o seu programa de rádio. Os ataques á Adolf Hittler poderiam prejudicar as relações entre os donos do jornal e o país do ditador.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 10h14
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MÃOS, MÃOS E MAIS MÃOS...
O vôlei no país do futebol
Doze pessoas, dois mastros, uma quadra de 18 x 9m e uma bola. Só isso é o necessário para se jogar vôlei. Fascinante por manter a bola no ar, o esporte já passou por várias transformações até chegar à sua fórmula atual. Inventado pelo norte-americano Willian G. Morgan, no fim do século XIX, o vôlei já tinha a rede que dividia os dois times. Porém, havia um número indefinido de jogadores. Posteriormente seriam definidos seis para cada lado. Já o vôlei de praia é jogado com dois participantes de cada lado da quadra, o que o torna mais difícil, mas é compensado pelo clima contagiante do sol e do mar.
Quando falamos de campeões, não podemos deixar de citar algumas potências do esporte. No masculino, a ex-União Soviética dominava o cenário mundial durante a década de 80, alternando forças com a equipe dos EUA, bicampeã olímpica em Los Angeles (1984) e Seul (1988). A década de 90 foi marcada pela supremacia da toda poderosa esquadra azzura, a Itália, mas que até hoje se encontra numa busca frenética pelo inédito título olímpico. E de 2001 pra cá, o vôlei brasileiro vai muito bem, obrigado! Depois que o técnico Bernardinho assumiu a equipe, o time amarelinho se tornou a sensação do momento. É o melhor time do mundo. Em todos os campeonatos que disputou até então, ficou fora de apenas uma final (bronze no Pan de Santo Domingo) e só perdeu três. O ápice foi a recente conquista da tão sonhada medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas, na Grécia (2004), que lhe rendeu o bicampeonato olímpico.
No feminino, China e EUA foram os maiores adversários na década de 80. Em 90, Cuba começou o seu reinado no esporte e foi coroada com três títulos olímpicos consecutivos (1992-1996-2000) e dois mundiais (1994-1998). Eterna rival das brasileiras, Cuba esteve sempre um passo à frente do Brasil, cujas maiores façanhas foram o vice-campeonato mundial (1994) e dois bronzes olímpicos (1996-2000). Atualmente, a equipe está em constante desenvolvimento e figura entre as principais potências mundiais. A prova disso foi a conquista de todos os títulos que disputou até então neste ano de 2005. No torneio de Courmayeur, na Itália, o time brasileiro venceu as anfitriãs na final. Já no torneio de Montreux, na Suíça, bateu as chinesas, atuais campeãs olímpicas (2004), por 3x2 de virada. Após esses dois torneios amistosos, veio o título do principal torneio desse ano, o Grand Prix, que fez a equipe brasileira se sagrar pentacampeã e seguir firme no começo de um novo ciclo olímpico.
Sem dúvida, o vôlei é o segundo esporte mais visto e praticado no Brasil depois, é claro, do futebol. Mas se depender apenas do desempenho de nossas equipes, o vôlei continuará na segunda colocação, pois seria impossível atingir o primeiro lugar num país cujo esporte predileto é jogado com os pés.
Eduardo Corsini
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 05h53
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Pessoal, este é um texto que escrevi no primeiro ano de faculdade, e que nunca foi usado. Espero que gostem, e desculpem os erros "jornalísticos" causados pela falta de experiência da época...
Náthaly Sardinha
Para expor minhas opiniões sobre o tráfico de drogas e a violência no Rio de Janeiro, gostaria primeiramente, de entender o por quê da proibição das drogas.
Sabe-se que elas são perigosas, que destroem a saúde de quem as consome. Os usuários geralmente ficam violentos quando estão sob seu efeito, e a dependência química, muitas vezes, os levam a roubar para conseguir comprar mais droga.
No entanto, o álcool e a nicotina, além das pílulas "bola", são legalmente comercializados. Esses produtos são tão perigosos quanto - ou até mais- que as drogas, também causam dependência e, principalmente, também geram violência.
Quase sempre aborda-se o assunto drogas, relacionado à violência, enquanto o álcool e a nicotina são discutidos apenas sob a ótica do prejuízo que causam à saúde do consumidor. Erroneamente, não estamos acostumados a pensar a violência doméstica, os maltratos à crianças, as brigas entre vizinhos e parentes, os acidentes de trânsito, os bebês que nascem com problemas cardíacos e pulmonares, entre outros fatos, como consequências do uso dessas drogas legais.
Ao contrário do que acontece com a maconha, cocaína e delirantes do tipo, o álcool e a nicotina não oferecem riscos e prejuízos apenas a seus usuários. Todos aqueles que convivem com adeptos desses produtos são, de alguma forma, atingidos e prejudicados.
Cabe a cada indivíduo tomar suas próprias decisões e escolhas, entre elas, a de se drogar ou não. O Estado não pode decidir isso por elas, proibindo o uso das drogas.
O Estado pode, aliás deve, se preocupar em dar a cada pessoa a condição de cidadão, de ser pensante. Investir os bilhões de reais desperdiçados em penitenciárias e controle do tráfico, em escolas de boa qualidade e saúde pública, de forma que todo brasileiro tenha consciência, e condições, para levar uma vida digna e saudável, longe das drogas.
Seria muito mais eficiente chamar economistas para melhor distribuírem a renda no país, e empresas para gerar empregos, do que chamar o exército para acabar com a violência.
Não que eu pense que os traficantes são coitadinhos de bom coração, porém, também não acho que eles sejam os monstros da sociedade. Na verdade, acredito que são fantoches do capitalismo.
A elite garante seus benefícios de qualquer maneira; podem usar todo tipo de corrupção, contudo, é preciso manter a classe, por isso agem tão sutilmente. O resto da sociedade vive de acordo com as decisões por eles tomadas. Uma parcela do povão pode ter postinho, creche e cohab, outra parcela pode viver de favor e solidariedade alheia, e o resto se vira com o que der.
Como num jogo de damas, o mais esperto deve encontrar as brechas do adversário para, aos poucos, conseguir o poder absoluto e ganhar a partida.
Os traficantes foram os mais espertos, e encontraram nas drogas a grande brecha da sociedade elitizada.
Com as condições indignas de vida que sempre tiveram, os moradores dos morros viram no tráfico, a chance de mudar seu destino. As drogas lhe dão emprego, roupas, saúde, alimentação e, principalmente, respeito!
A violência gerada pelas drogas, só acontece devido à sua proibição. Liberar a compra e venda dessas substâncias, significaria transformar traficantes em comerciantes, e usuários em consumidores. Mas o mais importante: significaria também, transformar o tabuleiro de damas em ciranda, pois do jeito que as coisas vão indo, brevemente estaremos vivendo uma eterna partida de batalha naval...
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 20h49
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Comentário sobre o documentário Nós que aqui estamos, por vós esperamos de Marcelo Masagão
O documentário Nós que aqui estamos, por vós esperamos, de Marcelo Masagão, segue a linha da atual redefinição do conceito de história, que pretende valorizar os grandes acontecimentos históricos, e a vida cotidiana do cidadão comum. O jornalista precisa ter o conhecimento da história, para que ele possa entender a sociedade contemporânea.
Marcelo Masagão mostra a banalização da morte, através de um poema visual, com muitas imagens envolventes. Com ele é possível viajar no deslumbramento, na dor, no amor e no ódio do ser humano. O filme não pessimista, mas talvez aja um certo desequilíbrio por se tratar da história da humanidade. O primeiro desequilíbrio marcante foi perceber que as pessoas que eu via na tela, pessoas anônimas, que possuíam data de nascimento, nomes, sonhos, eram pessoas como eu! Eram sim, e que contribuíram conscientemente ou inconscientemente, na construção deste mundo que com alegria, tristeza ou indiferença, vivemos hoje. O século XX foi estas pessoas, cheias de cansaço provocado por tanto trabalho, pessoas alegres ou amarguradas e aquilo que elas desejaram, e sonharam.
Espero que no séc XXI as pessoas possam ensinar umas às outras através dos seus sonhos, das suas tristezas, e assim todos podem perceber que a vida não deve ser banalizada, que não se pode silenciar diante de perdas humanas, não se pode silenciar diante de uma política corrupta, de uma democracia falsa.
Por Juciana Dassie
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h00
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