
Esse é um desenho que eu fiz do Messias ainda na 1ª etapa, quando ele era professor de "Introdução ao Jornalismo". O desenho tá meio tosco p q eu não sei trabalhar com o paint, mas como ele mesmo disse que desenho ia valer... aí está !!!
Vinnie
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 01h10
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A BOLA
Se não fosse ela, não haveria o espetáculo. É a protagonista. Será que você já parou pra pensar nisso? Toques, defesas, cortadas, chutes, arremessos, agarrões, quiques, enfim, uma série de movimentos que manipulam a estrela e dão brilho à cena.
O que é um jogo de vôlei, se não 12 bobos tentando fazer com que a bola fique mais tempo no ar? E o futebol, onde 22 pessoas mais bobas ainda ficam correndo atrás de uma bola? E o basquete? E o handebol?
Não sou um cara chato e que detesta esporte, como você pode estar pensando. Ao contrário, adoro esporte e o que fiz foi apenas uma análise fria e sem sentimento, ingrediente sem o qual esporte algum teria sentido. Principalmente os com bola. A rainha do jogo. Tente imaginar os esportes citados acima sem sentimento e, o pior, sem a bola. Eles não existiriam. Ou talvez não fossem esportes. Sei lá que coisas seriam...
Até hoje me lembro de um jogo de vôlei, era a disputa da medalha de bronze na Olimpíada de Atlanta. Brasil e Rússia, no feminino. Último ponto para o Brasil e o repórter narrou a cena assim: “Ana Paula passa a medalha, Fernanda levanta a medalha e Filó garante a medalha”. Nesse caso, a medalha era a bola, com todo seu significado.
No futebol, sempre escuto frases do tipo: “dei um tapa na menina”, “pimba na gorduchinha”, “chute na pelota”, “rola a garotinha”, etc. São frases que compõem o teatro esportivo. Digo teatro porque é repleto de emoções e sentimentos, onde papel principal só tem um. O resto é coadjuvante e figurante.
Mencionando novamente os bobos do esporte, será que eles são bobos mesmo? Pelo menos eles ganham dinheiro com isso. Pois é...bobo sou eu, que continuo com minha vidinha simples e escrevendo sobre uma tal de bola. Acho que vou virar esportista...
Eduardo Corsini
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h08
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Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é como você realmente é, e a sua reputação é o que as pessoas pensam.
...e o que as pessoas pensam é problema delas! 

"Acredito na melhoria do Planeta. Confio em que nem tudo está perdido. Creio na bondade do ser humano e percebo que a loucura é fundamental. Agora só me faltam carneiros e cabras pastando solenes no meu jardim. VIVER É ÓTIMO!!!"
Elis Regina
Giovana Paula Mazer
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h34
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Acupuntura é eficaz quando a indicação é precisa
Giovana Paula Mazer
Dentro da medicina alternativa, a acupuntura , conhecida técnica milenar chinesa, é um dos melhores exemplos de terapêutica que visa beneficiar o homem e prolongar a vida. Mas é bom que se saiba que ela não faz milagres e que a terapia depende da reação de cada organismo.
Segundo o acupunturista e fisioterapeuta Marcos Donizete Ribeiro de Abreu, a técnica cura 80% das doenças, mas tem indicações e limitações. "A acupuntura é suscetível à individualidade, receptibilidade ao grau da enfermidade, por isso se duas pessoas têm a mesma doença, uma pode ser curada e a outra não", diz Abreu.
A maioria dos profissionais defende que a técnica cura doenças respiratórias, da pele, do sistema nervoso e até dependências químicas. O comerciante Sérgio Martins Ramos, 42 anos, teve uma melhora surpreendente desde que começou com o tratamento, há 45 dias. Devido a um desgaste na coluna, Sérgio permaneceu 45 dias acamado, tomando injeções diárias e medicamentos fortíssimos. "A acupuntura foi indicada por uma amiga e achei que não resolveria nada, mas agora estou 100%", revela o comerciante.
Existem exceções, como o caso da dona de casa Zilda Correia Rocha, 55 anos, que começou com sessões semanais de acupuntura para diminuir a ansiedade, mas não teve resultado."O acupunturista me dispensou na oitava semana de tratamento e me recomendou a psicoterapia", lamenta Zilda.
Para aqueles que querem benefícios em curto prazo, Abreu orienta: "Como todo tratamento, a melhora depende muito de cada paciente". O ideal é acreditar que vai dar certo.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h01
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Mulheres ainda sofrem discriminação profissional
Estudo divulgado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos) revela que o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho está se consolidando. De acordo com a administradora e economista Rosalinda Chedian, isso se deve a independência feminina conquistada nos anos 70 e 80. A partir dessa época, começaram a ocorrer mudanças radicais na sociedade brasileira, um exemplo disso é o fato das mulheres assumirem o divórcio. “Hoje ficou mais explícito o número de mulheres chefes de família do que antes, por uma questão do próprio preconceito social que a nossa sociedade apresentava”, diz a economista.
Chedian também destaca, que a mulher migrou de uma posição de dependência financeira do homem, para um tipo de trabalho cooperativo. “A mulher vem desempenhando, juntamente com o marido, uma missão na formação da renda familiar”, afirma ela, mostrando que a participação masculina nos trabalhos domésticos cresceu 51% nos últimos anos.
No entanto, a conquista de mercado não significa melhor inserção profissional. Ainda de acordo com o DIEESE, as mulheres continuam ocupando cargos mais precários e tendo rendimentos menores – precarização das condições de trabalho. As mesmas informações são apresentadas na pesquisa "Perfil sobre as Mulheres no Mercado de Trabalho", realizada em Belo Horizonte. Os dados apontam que a mulher tem a maioria das características inerentes a um líder e está pronta para ocupar altos cargos, mas terá que aguardar até que ocorram mudanças culturais mais radicais, na sociedade.
Conheça o Estudo do DIEESE na íntegra através do site: http://aida.dieese.org.br/esp/estpesq06_mulher05.pdf
Adriano Oliveira e Náthaly Sardinha
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 09h48
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REFERENDO 2005
A PIADA DO ANO
Mais uma vez a máquina alienadora, que destrói as mentes incapazes de reflexão, manipula e massacra, chamada televisão, consegue a sua vitória. Desta vez, foi o incentivo a não proibição da venda de armas de fogo e munições, quem venceu. Não há como negar que nos debates exibidos pelos grandes veículos de comunicação, o NÃO predominou como sendo a opção mais certa. Justificativa? Chama-se esse direito de conquista do cidadão, algo ao qual o mesmo não pode abrir mão.
Se temos direito a poder comprar uma arma, temos também direito a vida. Quantas vezes ouvimos falar em mortes acidentais ocorridas pelo uso impróprio de uma arma de fogo? Quantas famílias foram destruídas por um ato impensado de um ser humano armado? Vamos além! Você conhece algum cidadão com boas intenções que anda portando um revólver?
Não é preciso arma para se fazer o bem. É preciso amor no coração, compreensão, tolerância, fraternidade, perdão. Cada vez mais, a guerra civil não declarada existente em nosso país, ganha força. Não justifica impor a consciência dos menos “favorecidos” intelectualmente que uma arma possa defendê-lo de alguma maneira. É preciso planejamento, segurança pública, elaboração de estratégias de educação.
Se o referendo foi um ato de democracia, a televisão cada vez mais é um instrumento de desmoralização. É preciso a quem manipula a consciência de seus atos. Muito se fala do mal que os americanos fazem ao mundo, mas quando temos a oportunidade de dar o exemplo, acabamos seguindo as mesmas atitudes daqueles que criticamos. Cabe a nós essa reflexão!
Wilian Freire
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 13h17
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