"Gostei do que vi."
Autor: Vitor Hugo Guimarães
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Quando: 30/11/2005
Quero registrar aqui que sou contra a violência, mas me senti muito bem em ver pela televisão o senhor Yves Humblet, de 67 anos, dando aquelas bengalas no então ex-ministro José Dirceu acredito que se existi-se mais pessoas como Yves Humblet, nesse país, não existiria deputados e vereadores corruptos. O brasileiro está tão desolado com tanta roubalheira que acredito que veremos ainda em praça publica o linchamento de vereadores, deputados e até mesmo presidente corrupto.
A farra do senhor Lula e seus colegas de quadrilha é tanta que me deixa enojado, errei em votar no PT, mas depois desse erro nenhum safado me pega mais, nunca mais voto nesse bando de ladrão que só pensa em se beneficiar, e os milhões de brasileiros passam fome, realmente a alimentação é zero na mesa do brasileiro. Por isso peço que não esqueçam a cara de bando de safados que estão no poder. Sei que no meio desses safados temos pessoas de bem, que tentam de alguma maneira fazer algo para melhorar o país, mas são poucos. Temos que ficar atentos, para que não sejamos enganados novamente.
Vitor Hugo Guimarães
Ribeirão Preto - SP
Categoria: Citação
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h52
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A HIST'ORIA DE SHERLOCK HOLMES
Holmes, Watson, assassinatos, investigações, Londres. Estas palavras com certeza já entraram em sua cabeça. Quem nunca leu, pelo menos ouviu falar das histórias policiais de Sherlock Holmes. Já se passaram cento e dezessete anos depois de seu lançamento, e após 56 histórias e 4 novelas curtas, o autor Arthur Conan Doyle, merece admiração. Mas ele não achava o mesmo, pois como a maioria dos escritores, escrevia pr dinheiro. Ganhou um monte dele escrevendo histórias que não considerava dignas de seu talento, enquanto as que recebeiam menos créditos, significavam mais para o autor. Doyle lamentava tanto sua obra, que até tentou matar "Holmes" em 1893, na obra "O Problema Final". O fato é que mesmo o autor não gostando da obra, a literatura policial ganhou mais créditos após Holmes. Ele já atravessou um século e se continuar com sua fama, com certeza atravessará outro, pois seus parceiros secretos; enganos e disfarces; impostura; vergonhas escondidas; mulheres loucas no sótão e avida secreta de Londres, são irresistíveis.
Por Carolina Alves
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h54
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Competidores enfrentam desafio de 105 Km na floresta Amazônica
João Paulo Vergueiro
Um charme característico do norte do Brasil, um sotaque suave, um clima quente e úmido, e é claro, a simpatia de um estado chamado Pará. A Amazônia que abrange grande parte das terras paraenses foi o cenário da Expedição Canguçu, uma corrida de aventura de 105 km divididos em: canoagem, natação, corrida, bicicleta e muita navegação, afinal os competidores tiveram que se orientar dentro da floresta Amazônica. A largada em Breu Branco, aproximadamente 500 km de Belém, reuniu equipes da capital, da própria cidade e de Tucuruí.
A competição passou pela represa Água Fria, entre troncos submersos e plantas que dificultou a flutuação dos atletas. Técnicas de navegação foram necessárias para traduzir o mapa da prova. Sincronismo nas remadas foi fundamental para melhorar o desempenho na canoagem. e nos trechos de mountain bike, algumas equipes desistiram da prova
A maior corrida de aventura realizada na região, recebeu o apoio do exército, da Cruz Vermelha e contou com o lado social, material escolar, pipas, bexigas e outros brinquedos foram distribuídos para os alunos da escola Breu Branco durante a aventura.
Duas equipes disputaram a liderança durante toda expedição: Bioforma (Belém) e Antares (Breu Branco). Com mais de 24 horas de prova a equipe da capital chegou primeiro, somente 10 minutos à frente do quarteto da cidade. Mas na somatória geral dos pontos a equipe Antares ficou fora do pódio:
1º - Equipe Kasar Oficina - Belém/PA
2º - Equipe Impacto – Belém/PA
3° - Equipe Bioforma – Belém/PA
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h50
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Atletas de Ribeirão treinam em condições precárias
João Paulo Vergueiro
Um galpão aberto sem proteção contra a chuva e a sujeira, o chão é áspero e dificulta o treinamento dos atletas. As feridas e os calos nos pés dos alunos traduzem a realidade dessa equipe de taekwondo de Ribeirão Preto. Já faz um ano que eles treinam nesse local, mesmo assim o sangue e os machucados ainda são comuns. "Não dá tempo de cicatrizar quando começa a sarar um machucado outro já nasce e assim vai", desabafa a aluna Taís Oliveira.
Esse esporte exige equipamentos de proteção, um capacete sae por 65 reais, o protetor de tórax pode ser encontrado a 50 reais, a caneleira 45, antebraço 30, sapatilha custa em média 75 reais e o uniforme, o dobo 120, um total de 385 reais. Todo esse dinheiro sae do bolso dos alunos, ou das "vaquinhas" entre os próprios atletas. Mas o dinheiro arrecado entre eles não é suficiente, por isso, a equipe fica fora da maioria das competições: "A gente escolhe o campeonato que dá e quando temos que ir competir em algum lugar longe vamos pra rua pedir dinheiro nos semáforos". conta Maicon Pereira há oito anos na equipe. Os atletas recorrem aos principais pontos da cidade atrás do dinheiro para completar os custos da viagem. Mas pedir dinheiro nas ruas nem sempre é tão simples e prazeroso afirma o novato de 11 anos, João Luiz: "no começo era humilhante mas agora já nos acostumamos" diz.
A prefeitura não tem condições de ajudar os 30 lutadores, sete recebem vale transporte e três ganham o bolsa atleta de 160 reais. De acordo com Alcides Fonseca Junior, diretor técnico de esportes," a secretaria tem muitos atletas e nós temos que traçar prioridades, portanto não conseguimos agradar à todos. Mas assim que tivermos recursos vamos aumentar o auxílio a esta equipe".
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h42
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30 anos da morte de Herzog
No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi brutalmente torturado até a morte por causa da ditadura. Convocado a prestar declaraçõesnuma dependência militar, o jornalista não tinha as respostas que eles precisavam. Um dia após sua morte, o Exército divulgou uma nota dizendo que ele havia suicidadoi. Mas mesmo com esta nota, ele foi enterrado no campo-santo do Cemitério Israelita do Butantã, e não na ala de suicidas, pois não havia dúvidas da tortura. A família Hertzog ficou revoltadíssima, entraram com uma ação para provar o assassinato em 1976, mas só conseguiram uma indenização em 1996. Mas o que a ditadura da época pensou que iria ser esquecido, não foi, porque os sentimentos não possuem cronologia. Hoje, o filho mais velho do jornalista, Ivo Herzog, conta da revolta e da depressão que durou esses 30 anos. “Eu tive um problema que não sei bem o que foi, agora estou até fazendo análise. Parece que depois que meu pai morreu eu entrei numa depressão muito forte. Os médicos nunca fizeram um diagnóstico preciso, mas hoje parece que tudo não passou de uma grande depressão”, conta. Mas, o que deve ficar para nós, desse grande jornalista, é que ele lutou pelos nossos direitos, pela liberdade de imprensa e de expressão. Portanto acabou se tornando um herói e um mátire brasileiro.
Carolina Alves
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h41
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"Enchentes voltam a prejudicar a população"
Enquanto a Prefeitura de Ribeirão Preto, não conseguir o dinheiro para fazer as obras necessárias na cidade, a população será mais uma vez castigada, como já é de costume. As chuvas que atingiram a cidade na semana passada, já deixaram estragos materiais e humanos, já que a feirante Cristina Mikiti Nagai, que entrou em coma e faleceu ontem (dia 28/11/2005), após ser arrastada pela correnteza formada pela enchente que atingiu seu bairro, parque Tom Jobim na tarde da última quinta-feira (24/11/2005), Cristina estava trabalhando na feira livre do bairro quando a chuva começou e ela no desespero de salvar suas coisas enfrentou a correnteza, entretanto segundo sua irmã Renata, a vítima sabia nadar, mas a correnteza estava tão forte que arrastou sua irmã. Entretanto, também não sou tão cruel assim em culpar somente a prefeitura do Sr. Welson Gasparini, quando o secretário afirma que não tem como a prefeitura investir todo os recursos necessários nas obras das enchentes, já que o gasto chegaria a R$58 milhões (para ser feito a macrodrenagem), sendo que a cidade de Ribeirão Preto tem muitos outros problemas, como a saúde e a educação, por exemplo. Mas a única coisa que tem que ser pensada e tem que ser resolvida o mais urgente possível é uma maneira de a população não ser tão prejudicada toda vez que a mãe natureza mostrar a sua força. A cidade tem e deve exigir do governo que seja tomada uma providência. Nós não podemos nos calar somente por que a prefeitura afirma não ter dinheiro para fazer as obras necessárias.
Por Miréia Bergamo
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h38
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"Avenida Nove de Julho, tem projeto de revitalização".
Ribeirão Preto poderá perder mais um de seus cartões postais, caso seja aprovada a lei que tem como objetivo revitalizar a avenida Nove de Julho. O projeto é do arquiteto Evandro Cardoso dos Santos. Não pensem que sou contra as mudanças e que não ficaria feliz se o projeto fosse aprovado, mas é que na minha opinião a avenida perdera a sua "cara", já que uma das mudanças será a retirada dos paralelepípedos. Entretanto vendo por outro lado seria muito interessante se tivéssemos neste local tão movimentado, um pouquinho da paz que se encontra no litoral, por que o projeto além de contar com novos postes, fiação elétrica embutida e a troca dos paralelepípedos por um piso rígido de concreto, teria uma ciclovia e quiosques que venderiam água de coco, entre outras coisas.Não seria o máximo passar os finais de semana andando de bicicleta, caminhando, ou fazendo qualquer outra atividade, e pudéssemos parar para tomar uma água de coco. Além de todas essas maravilhas, o comércio seria mais valorizado. E com toda a certeza as pessoas que já tem seus cinqüenta anos ficariam muito felizes em ver a avenida que na época deles era o point da cidade voltar a ter o encanto que tinha naquela época. Acho que depois de ver alguns dos benefícios que a obra irá trazer, eu já estou convencida de que a obra será de grande importância para a cidade.
Por Miréia Bergamo
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h36
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Como brasileiros, Salles diz também estar decepcionado com o Governo.
João Moreira Salles, documentarista que produziu o filme dos meses finais da campanha do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirma que está decepcionado com o atual governo. O autor do documentário "Entreatos" conta que quem assisti ao filme hoje acha que ele quer mostrar uma coisa que na verdade não era o objetivo de Salles, ele acredita que as pessoas pensam assim pelo fato de o Brasil ter mudado. "Não foi o filme que mudou e sim o país todo mudou sua maneira de ver as coisas", afirma Salles em entrevista dada a Sergio Dávila, para Folha de São Paulo nesta terça-feira. O documentário mostra não só o Presidente Lula, mas também José Dirceu, Delúbio Soares em algumas cenas que se forem analisadas hoje pelos eleitores podem ter significados muito mais importantes do que tinham naquela época em que o documentário foi lançado. Um exemplo disso é a cena em que José Dirceu chega e vê aquelas pessoas filmando e pergunta: "Quem são vocês e porque estão filmando?", quem vê a cena hoje pode detectar ali uma cena de autoridade do ex-ministro, e que naquele tempo e até hoje no meu modo de ver as coisas, foi muito mais um cuidado por eles estarem a quatro dias das eleições do que uma atitude autoritarismo, neste em alguns outros aspectos concordo com o que Salles cita. O que temos que torcer é para que toda essa sujeira não chegue a atingir o Presidente e que seja cassado quem deve ser cassado, e que ele possa permanecer firme, e que apesar das decepções que todos nos estamos tendo com este governo continuemos acreditando que tudo vai melhorar.
Por Miréia Bergamo.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h33
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A MALA PRETA
Todo final de Campeonato Brasileiro é a mesma história. Não importa se no topo de cima, ou no de baixo, ela se faz presente por diversos interesses, despertado à atenção e a imaginação de todos: a mala preta.
Se o Corinthians, líder do Brasileirão, que precisa de apenas de um ponto para conquistar o título nacional no jogo de domingo contra o Goiás, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, tomou ciência da iniciativa do Internacional – que precisa golear e torcer pela derrota da equipe paulista para ser campeão - em mandar um incentivo extra aos jogadores goianos por cada gol marcado sobre o Timão, o contrário também ocorreu. O Coritiba, que joga contra o Internacional no próximo domingo, no estádio Couto Pereira, em Curitiba, além de precisar vencer para fugir do rebaixamento, também receberá um incentivo extra para ir pra cima dos gaúchos, pois um empate neste jogo, dá o título ao Corinthians, independente de sua vitória ou não contra o Goiás.
Oferecer dinheiro para um outro time ao invés de gratificar seus próprios jogadores, é ético por parte dos clubes? Para os torcedores, pouco importa. O torcedor quer ver o seu time campeão independente da maneira como o clube age para ajudar neste sentido. Embora os jogadores não admitam e nada seja comprovado de fato, a iniciativa não deve ser recriminada. Se você trabalha em uma loja e gentilmente carrega uma compra para o cliente até o seu carro, recebendo uma gorjeta por isso, você não vai aceitar só porque você já recebe um salário do seu patrão?
Pois bem, esse assunto parece ser motivo de discussão somente para a imprensa, uma maneira de agitar o clima e a ansiedade dos torcedores para os jogos finais do campeonato. O que se discute aqui não é mais a ética e sim o fato. Ou alguém discorda? Para encerrar, porque não refletirmos, já que o assunto é dinheiro, em cima daquela antiga frase conhecida no mundo capitalista: “os fins, justificam os meios”...e ponto final!
Wilian Freire
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h27
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GINÁSTICA NO PICADEIRO
por Marina Diniz
Basicamente, o circo é entretenimento para quem assiste e arte para quem faz, mas nos últimos tempos ele vem assumindo um terceiro papel, o de exercício físico.
As aulas acontecem debaixo da lona de um circo, sem a comodidade das academias e nem o ar puro de um parque, mas este clima de circo é um dos principais motivos que atraem os alunos.
A paraquedista Andréia Basílio a fim de unir prazer artístico e bem estar físico, entrou na escolinha há 3 meses e já notou os benefícios, melhorou sua concentração e eliminou o estresse que a perturbava.
É brincando de fazer espetáculo que os alunos aprendem a andar na perna de pau, subir no trapézio, jogar malabares, se equilibrar na corda bamba, pedalar a bicicleta de uma roda só, e até mesmo fazer números aparentemente impossíveis, como os exercícios aéreos no tecido.
Toda esta diversão chega a queimar 800 calorias em duas horas de aula. Além de proporcionar um ótimo condicionamento físico, fortalecendo braços e pernas.
O estudante Pedro arruda chegou a perder seis kilos em poucos meses de aula, mais um motivo que motivou o aluno a freqüentar as aulas.
Mas o circo não é só palhaçada, é preciso concentração, disciplina e muita coragem para vencer o medo.
De acordo com o professor Cláudio da Silva, muitos alunos chegam desacreditados e com medo, mas aos poucos a confiança supera o receio, e logo vem a satisfação ao realizar um exercício diferente.
Antes de cada acrobacia é fundamental se aquecer e alongar, sempre com calma, respeitando os próprios limites.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h18
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Brasil onde está a justiça?
Vitor Hugo Guimarães
Se você já perdeu um filho, amigo, primo ou parente assassinado e até hoje o caso está parado na justiça, sem nenhuma solução entre nessa comunidade, e conte sua história.
Montei uma comunidade no orkut para que possamos de alguma forma chamar atenção das autoridades do governo da mídia para que possam ver como estamos indignados.
Perdi meu primo Carlos César Guimarães Amadeu de 36 anos pai de 5 filhos, na cidade de Ribeirão Preto - SP baleado por um assassino de 18 anos de nome LUIZ PAULO VILLAS BOAS NOGUEIRA, em julho de 2004, até hoje esse bandido encontra-se em liberdade contando vantagem, sobre sua covardia.
Sei que como minha família muitos perderam vários Carlos César, mas a justiça se nega a acreditar na dor de cada de cada família de Carlos César espalhado nesse Brasil.
O país em que vivemos a justiça só é feita quando a vitima é filho de Presidente da República, de deputados, prefeitos, vereadores ou alguém que tenha poder, talvez outros LUIZ PAULO VILLAS BOAS, precisam matar outros pais de família, trabalhadores, para que a justiça tome providências e processos sejam julgados.
A maior dor da nossa família é saber que os filhos de Carlos César Guimarães Amadeu estão sem a presença do pai, e viverão apenas de boas lembranças.
Enquanto os familiares de Luiz PAULO VILLAS BOAS, desfrutam da sua companhia, mas o alivio da nossa família é grande por não ter de conviver com um assassino, fingindo que nada aconteceu, diante de amigos, vizinhos e familiares.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h16
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Bingo diversão ou vicio?
Vitor Hugo Guimarães
Os jogos de azar tem se tornado muito populares no brasil e em outros países do mundo, e são considerados muitas vezes uma atividade de risco. As casas de jogos, as máquinas eletrônicas e bingos crescem dia a dia e isto está relacionado à rapidez com que se ganha o dinheiro. Estas atividades não são controladas e as pessoas que fazem uso delas se viciam.
Quando pensamos em bingos, longo vem á nossa cabeça, os bingos tão populares de quermesses com bolos e frango assado como prêmios, mas os tempos mudaram, hoje encontra-se pessoas que fazem do bingo uma forma de renda e diversão.
Ribeirão Preto tem três casas de bingos, duas localizadas no centro da cidade e uma no bairro Campos Elíseos sendo que uma dessas casas funciona 24 horas.
Os empresários vêm tornando os bingos em parque de diversões para adultos, que oferece aos clientes, cada vez mais, conforto e comodidade, salas refrigeradas, cafezinhos e garçons com um variado cardápio de bebidas e porções rápidas para que ninguém perca o jogo, além de manobrista na porta e táxi á disposição, os bingos podem se transformar em ponto de encontro dos amigos e uma forma alternativa de conhecer pessoas. As garçonetes passam de tempos em tempos oferecendo café, e os freqüentadores ficam fumando seus cigarros, hipnotizados diante de maquinas, sem conversar um com outro apenas olhando para maquina.
Os bingos são freqüentados por pessoas de todas as idades, sexo e condição financeira.
Desde empregadas domesticas a empresários, todos são colegas de bingo, expressão usada por alguns freqüentadores.
É o caso da diarista Alcione, 36 anos, que sai às 16 horas do trabalho, e corre para o bingo, ela conta que gosta de jogar na mesa, assim não gasta muito dinheiro. Por dia, ela sempre arisca R$10 que são equivalentes a dez partidas. Às 19 horas tem que estar em casa para fazer o jantar e ver a novela, pois seu marido não sabe que ela freqüenta o bingo.
Maria Aparecida (nome fictício) 45 anos, auxiliar de cozinha foi a sortuda que levou o acumulado de R$40 mil de uma maquina , “Eu não era freqüentadora do bingo, vinha algumas vezes para passar o tempo, foi uma amiga que me trouxe, então resolvi tentar a sorte nessa maquina. Quando vi que eu tinha ganhado o acumulado quase tive um ataque, não sabia o que fazer fiquei gelada”.
Hoje em dia Maria Aparecida se policia o tempo todo, porque percebeu que depois que ganhou, chegava a passar mais tempo que o normal jogando. “Mas é gostoso jogar, em casa eu fico apenas vendo televisão e aqui eu me divirto e corro o risco de ganhar outro acumulado”.
Apesar dos bingos proporcionar momentos de distração, pode se tornar um vicio sério e perigoso quando a pessoa perde o controle e passa a fazer do jogo sua única opção. Comenta a psicóloga Jaísa.
O mecânico Ricardo 29 anos, disse que por conta do bingo já deixou de pagar contas e até mesmo, perder o salário do mês. Por isso tem brigado muito com sua esposa, que já ameaçou deixá-lo se ele não parar de jogar. “Já tentei, parar de vim aqui no bingo, mas quando tenho um tempo livre e vejo que minha mulher não vai ficar sabendo venho jogar”.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 18h06
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Lei para defiecientes não é cumprida em Ribeirão
Aulas de mergulho usadas na reabilitação de mais de 200 portadores de deficiências estão paralisadas por falta de verba
João Paulo Vergueiro
Há 20 anos o professor de mergulho Antônio Carlos Martins, o "TC", conheceu um projeto para ajudar na reabilitação de portadores de deficiências. O método que teve acesso na Flórida nos Estados Unidos, usa as aulas de mergulho para desenvolver os movimentos de pessoas limitadas. Os exercícios submersos funcionam como uma câmara hiperbárica, o corpo fica pressurizado e o oxigênio sob pressão acorda o sistema imunológico e permite que as células paralisadas voltem a funcionar e a se reproduzir.
O professor trouxe o trabalho para Ribeirão Preto a iniciativa deu tão certo que em 1992 virou lei. O prefeito da época e atual, Welson Gasparini, (PSDB), sancionou a lei 6477, instituindo aulas de mergulho gratuitas para portadores de deficiências. O curso já ajudou na reabilitação de 200 alunos da região. A lei foi seguida por dois anos, em 94, o professor ficou sem estrutura para continuar o trabalho. As aulas gratuitas foram canceladas e os deficientes carentes ficaram sem o mergulho. A lei não é seguida há mais de 10 anos e atualmente só faz aula quem pode pagar o curso, como o médico Rafael Carvalho, que ficou paraplégico em um acidente de carro há 10 anos, procurou o mergulho há 3 semanas. Gostou tanto do esporte que no começo de dezembro viaja a Fernando de Noronha para uma série de mergulhos."Além de melhorar meu condicionamento físico embaixo d’água parece que estou voando" comenta o médico.
De acordo com Martins, "Mesmo sem as funções de braço ou pernas, intestinos e bexigas, a pessoa limitada pode ser ativa na água. Por isso temos crianças de 6 anos e até idosos de 80, praticando o mergulho junto a obesos, magros, amputados paraplégicos e tetraplégicos ou qualquer sequela neurológica. O trabalho desenvolvido não é igual para todos, cada portador de deficiência determina o perfil de exercícios que será desenvolvido nas aulas. Valter Alonso é musicoterapeuta e fotógrafo está na cadeira de rodas há 24 anos quando uma parede desabou sobre ele. " Aqui eu volto a sonhar e realimento as minhas esperanças, posso ir aonde quiser", desabafa Alonso.
O mergulho leva os dois ao mundo sem limites dentro d’água as dificuldades desaparecem e a sensação entre eles é a mesma, de liberdade. Mas não são todos que tem acesso as aulas, o equipamento e o curso são caros, a manutenção de todo material usado também é alta e a maioria dos deficientes não pode pagar. Guilherme Cruz, analista de sistemas, tem os membros inferiores do corpo paralisados, ele acredita que se tivesse a oportunidade de fazer o mergulho iria progredir na recuperação. "Gostaria de ter essas aulas, sentir a sensação de me movimentar sozinho, mas infelizmente não tenho condições (financeiras)", afirma Cruz. Para que as aulas gratuitas voltem a acontecer o professor precisa que a prefeitura de Ribeirão Preto disponibilize recursos financeiros para a manutenção dos equipamentos aquáticos e estrutura adequada para os deficientes. Segundo Gasparini, "infelizmente a prefeitura não tem verba para retomar as aulas imediatamente, mas vou batalhar junto a secretaria de esportes para viabilizar o mergulho assim que possível". O secretário de esportes Lula Ferreira acredita que as aulas são boas, mas não pode afirmar quando a secretaria terá condições de recolocá-las em prática.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h41
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Preconceito impõe barreiras ao amor.
Vitor Hugo Guimarães
Casais inter-raciais lutam para serem felizes, contra obstacúlos imposto pela familia e sociedade.
O preconceito de raça no Brasil, embora dissimulado, é um fato real que atinge muitos casais, causando brigas familiares, constrangimentos, sofrimento tanto para o casal, quanto para seus futuros filhos e para família.
Há casos de agressão física, de expulsão de casa, de perda de amigos que comprovam que o preconceito permeia a sociedade brasileira, embora a maioria das pessoas não assuma.
O auxiliar de enfermagem André Silva Curto, branco, 32 anos conheceu Regina Célia Barros Curto, negra 26 anos em uma festa. Ficaram amigos, mas aquele “estalo” nunca havia acontecido. Depois de dois anos André sentiu atração pela sua amiga e ela nele.
“Sempre gostei de mulheres negras, mas não imaginava, que fosse me apaixonar logo pela Regina, meu pai é descendente de português se dizia preconceituoso, mas respeitou a minha escolha porque conhecia a Regina e a admirava”. diz André.
Na família de Regina tem casos de negros casados com brancos, aceitaram na maior naturalidade, hoje André e Regina estão casados a três anos.
Regina sente discriminação mesmo quando freqüenta festas onde a maioria é negra. “As mulheres me olham com olhar de reprovação e já ouvi vários comentários do tipo” o que essa moça está fazendo com esse branquelo”.
Segundo a socióloga Helena Maria Capelini a construção de uma consciência negra para se afirmar como negro, que tem valor na nossa sociedade, é colocada uma barreira pelo outro, a situação do branco dominante sobre o negro, esse branco que discrimina o negro como inferior. O negro quando toma consciência da sua negritude e de sua origem assegurando uma tendência de se enclausurar vendo o branco como aquele que ele nega, afirmando assim que deseja ser negro e para isso usa o mesmo mecanismo que o branco utilizou em relação a ele, que é discriminando, como instrumento de resistência e não como subordinação do outro, alguém que ele não quer para ele mesmo.
Adilson Medeiros, branco, 35 anos casou-se com Paula Sassaki, oriental, 32 anos, contra a vontade da família dela, conta que quando se conheceram logo se apaixonaram, mas ele ficou quase um ano, esperando para ser apresentado para família dela e quando foi apresentado à família foi contra por ele ser ocidental. “A família de Paula é muito tradicional em relação a costumes e não suportaram ver mais uma filha casada com ocidental”. explica Adilson
Nessa situação a relação não teve sucesso, com o passar do tempo à família de Paula não aceitava o casamento, trazendo cobranças entre o casal por parte da esposa, Adilson conta que isso abalou muito os dois, pois eles não eram convidados para as reuniões familiares, com todos os problemas isso levou ao termino do casamento.
A socióloga Helena Maria Capelini isso se deve a cultura, que nos recebemos e passamos a frente, a cultura carregada de preconceito, à socióloga explica que o preconceito em uma palavra inteira disfarça a separação da palavra pré - conceito, que quando separada fica clara a questão da construção da imagem, das idéias antes do conceito do conhecimento da pessoa, as pessoas passam por cima do próprio conhecimento, criam categorias que não são baseadas e fundamentas em conhecimentos comprovados. Essa construção imaginaria que é baseada em relação de poder. São duas pessoas num contexto onde o casal é considerado diferente.
Clarice (nome fictício), negra, 29 anos professora, é filha de negro com branco e para completar casou-se com Roberto Sadao (nome fictício) neto de japonês, 35 anos, comerciante. Roberto, por sua vez tem um irmão casado com uma coreana, povo historicamente inimigo de japoneses. A irmã dele também se casou com um nativo da ilha de Okinawa, povo de pele mais escura e discriminada por todo o Japão.
Clarice conta que levou um tempo para perceber que era negra e não morena como as pessoas a chamavam agora casada com um “amarelinho” não sabe o que vai acontecer com seus filhos, ou eles vão ser muito bonitos ou muito feios.
Por causa das famílias serem tão ecléticas, o casal diz que não sofre preconceitos, apenas são olhados com surpresa pelo exótico da mistura. Mas Clarice não esquece do dia em que conheceu a mãe de Roberto. “Eu tinha 23 anos. Ela me olhou e disse que eu parecia ter muito mais idade, simpática ela”. Clarice sentiu que a reação da mãe do marido, não foi discriminatória, foi apenas um comportamento típico de sogra. “E sogra como se sabe não tem cor”, explica Clarice.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 17h31
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Venda de vale-transporte e refeição provoca demissão por justa causa
O repasse dos benefícios pode resultar na dispensa por justa causa
Por Sâmia Borges
A pessoa que recebe vale-transporte para trabalhar, mas não o utiliza porque vai ao serviço através de condução própria, pode ser demitida por justa causa, mesmo que o veículo seja uma bicicleta. Um desses casos aconteceu em maio deste ano, na cidade de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo. Um funcionário foi dispensado por justa causa no momento em que a parte empregadora da empresa descobriu que ele ia trabalhar com sua moto mesmo recebendo o benefício. O empregado recorreu a justiça em busca dos seus direitos, mas o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, por unanimidade, confirmou a sentença favorecendo o lado empregador.
Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto, Jorge Marcos de Souza, a decisão é válida. Ele explica que no contrato de trabalho há um item que exige a presença de confiança entre o patrão e o empregado. “O motivo pelo qual o funcionário é dispensado por justa causa é a quebra de confiança que há entre as duas partes”, explica.
O vale-transporte é um direito do empregado desde que ele utilize o transporte público para ir ao seu serviço. De acordo com o decreto nº 95.247 de 1987 que regulamenta a lei federal nº 7.418, de 16 de dezembro de 1985, a declaração falsa ou o uso indevido do vale-transporte constituem falta grave, ou seja, a permissão para a demissão por justa causa. Em Ribeirão Preto, desde 1998, essa situação ainda não aconteceu. “Em sete anos que eu trabalho aqui na Justiça do Trabalho, nunca presenciei essa alegação de demissão por justa causa”, relata a juíza federal do trabalho Márcia Cristina Sampaio Mendes.
O advogado Jorge Marcos de Souza explica que as duas partes devem agir de boa-fé. “Na hora da contratação tanto o empregado quanto o empregador devem esclarecer suas condições para que um acordo seja feito”, conta. Ele ainda afirma que se o empregador souber da condução própria do empregado e tentar mandá-lo embora por justa causa poderá ter grandes custos. “Se o funcionário conseguir provar que seu patrão sabia da não-utilização do vale-transporte, o empregador deverá pagar uma indenização por danos morais”, diz.
Já as pessoas que recebem o vale-refeição, mas o repassam em troca de algum benefício, podem ter a mesma conseqüência de quem faz o uso incorreto do vale-transporte: a demissão por justa causa. O vale-refeição não tem uma lei que obrigue o patrão a fornecê-lo para seu funcionário. “O empregado recebe o vale-refeição se houver um acordo com o patrão. Mas se ele não utilizá-lo corretamente, poderá correr o risco de ser mandado embora”, conta a juíza.
Escrito por Jornalismo Unaerp - Etapa 6 às 16h26
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